

imagina você amar tanto a sua esposa ao ponto dela ser sua vida e sua religião, e quando ela morre você renega a deus e passa 400 anos esperando ela reencarnar pra você sair do celibato, e quando isso acontece você deixa um padre te matar pra libertar ela. **não tem coisa mais atraente do que um homem que vive pela sua mulher e ainda fica sujo de sangue** *(ele com o queixo todo ensanguentado foi a coisa mais deliciosa que vi nesses últimos meses)*

*“você teve que partir, porque você é você. e **eu gosto de você porque você é você**. você é o tipo de pessoa que vai embora.“* eu gosto muito de como o filme retrata que as vezes, não importa o quanto já amamos alguém ou o quanto tinha chances de dar certo, só **não é para acontecer**, e está tudo bem. além disso, a fotografia do filme é belíssima e a paciência e compreensão do marido da protagonista também me deixou emocionada, pois mesmo se sentindo ameaçado, ele ainda sabia que aquilo era importante para a esposa dele e não proibiu ela de sentir afeto e lembrar das memórias que carregava ao longo do tempo.


*“she’s not my girlfriend.* *she’s. not. you.”* isso sim que é uma comédia romântica dos anos 2000 de qualidade, é divertida, banal e ao mesmo tempo faz seu coração ficar quentinho. (e eu adorei o vestido de madrinha dela)