Inferno
A experiência de assistir um filme do Dario Argento é tipo descer uma escada em espiral infinita enquanto um monstro te persegue ao som de músicas dos anos 1980. Inferno constrói, constrói e destrói, e chega até o espaço que nomeia o título. Constrói aqueles impecáveis espaços, aquelas estonteantes luzes, constrói o mistério e desintegra tudo da maneira mais assustadora que vi em um filme do Argento. Sem possibilidade de respostas, apenas dúvidas. E aquele final dirigido pelo Mario Bava? Perfeição!