


> ***—Rockstars had kidnapped my son*** *Um jovem jornalista musical com um futuro promissor precisa escrever à revista rolling stone, viaja por dias com uma banda de rock ermergente enquanto sua mãe superprotetora liga desesperada no telefone*. Assisti no puro tédio porque não achei que fosse ser algo que iria requerer muita atenção, mas é o típico filme que você assite numa tarde aleatória sem nenhum compromisso e, por algum motivo, anos se passam e ele continua com você. Acho legal o contraste do começo, a banda o considerando um "inimigo" por ter o poder de queimar sua imagem apenas com algumas anotações; os membros em desespero por ter seus segredos revelados, com o final, deles permitindo ele contar o que quiser à revista. O prodígio William não conheceu apenas os segredos da banda que acompanhava, mas os segredos que foram contidos e escondidos de si a vida inteira. E apesar disso, não soube desvendar um único mistério: Penny Lane – Emily, Lady ou quaisquer outro nome que julga ser seu verdadeiro – William não saberá nada de sua pessoa além daquele pequeno recorte que ela é fora do "mundo real", é essa a memória que, mesmo equivocada, ele vai manter.

Acabei de reassistir a série pela segunda vez para ver o filme logo em seguida. O roteiro judiou tanto do Jesse na série, que precisaram de um spin-off pra ele ter um final decente, finalmente posso dormir em paz
