The Captive
A Chantal Akerman explora os sexos como se estivesse descobrindo dois planetas, isso é tão especial para minha relação pessoal com a minha sexualidade.
Aqui ela constrói esses dois personagens distintos, um homem e uma mulher, que se amam de forma singular —por exemplo, ele é um homem e uma mulher e ela é uma mulher e um homem tudo ao mesmo tempo — ao invés de ser uma guerra dos sexos, é a paz entre eles.