

It was cute, funny and well acted. I enioyed it.

Não dava nada, achei que pelo formato de serem episódios curtíssimos seria só algo bem medíocre mas que valeria a pena assistir pela Sophie Thatcher e pela Kristine Froseth mas me enganei completamente. Claro, o formato em que a história é péssimo. Não parecem episódios curtos e sim um filme de uma hora e meia que foi forçado a ser o mais direto ao ponto possível e ser cortado em 10 pedaços de 7 a 9 minutos. Mesmo assim, eles dão um jeito e a história simplesmente funciona. A Sophie Thatcher é ótima aqui nesses pequenos recortes que temos da personagem dela, o Chosen Jacobs também é muito bom e me faz questionar o quão melhor ser "*It: A Coisa*" se tivesse permitido o personagem dele fazer absolutamente qualquer coisa minimamente interessante além só existir e estar lá. A Kristine Froseth é boa mas não tem espaço nenhum nessa série, me faz desejar mais ainda que fosse um filme ou uma minissérie de respeito com episódios de no mínimo meia hora onde ela pudesse assombrar a narrativa de forma tão eficaz quanto ela faz em "*Lookig for Alaska*". Um adendo breve é que é bem engraçado que em dois anos seguidos, tanto a Sophie Thatcher quanto a Krisitne Froseth fizeram duas séries cada com essa mesma *trope* inspirada na Laura Palmer de "*Twin Peaks*", uma dessas séries sendo essa daqui. No fim, é uma obra bem rapidinha que te impacta brevemente e te deixa pensando como ela tem um grande potencial que jamais vai alcançar simplesmente por ser forçado em episódios curtos. Acabou sendo um "*e se…*", infelizmente*.*

Um clássico instantâneo, cheio de cenas e visuais icônicos, visualmente lindo e com boas performances, impossível não se divertir. Ele equilibra muito bem os momentos adolescentes em que as personagens se divertem, seus dramas e o eventual terror que toma conta da vida dessas personagens. Não sou muito religioso ou espiritual mas acho muito bonito a forma que esse filme retrata a bruxaria e a magia, como algo que não é preto e branco e pode causar tanto bem quanto mal, só dependendo de quem utiliza de seus artifícios e isso serve de exemplo para infinitas coisas do dia a dia, então acho uma reflexão muito foda. Preciso falar da performance da Fairuza Balk que é de longe a melhor do filme e rouba a cena em todo momento que aparece, ela fem um charme e carisma contagiantes mas ao mesmo tempo consegue ser amendrontadora, tudo na medida certa. A cena em que ela mata o Chris é um show assim em que os outros dois personagens, mesmo inclusos na cena, praticamente desaparecem. No entanto, as outras meninas também são muito boas e elas tem uma química muito legal e crível, vendendo muito bem esse grupo de amigas. Uma cena marcante pra mim é quando elas vão na floresta e interagem com as borboletas mais pela estética visual, eu me peguei pensando como alguns filmes atuais mais mainstream simplesmente não tem mais uma estética tão bonita e marcante que logo te remete aquele filme ou franquia, algo que esse filme aqui consegue fazer muito fácil e um dos principais motivos pelo qual eu desgosto da sequência de "*The Craft: Legacy*" de 2020. É um filme divertido e icônico que te faz pensar mas ainda sim é bem leve e tranquilo, é um clássico como citei antes, acho que todo mundo deveria assistir em algum momento.

É um slasher BEM clichê, e bota clichê nisso. Mas não é algo negativo nesse caso pois ele é divertido apesar de previsível e não ter nada de muito marcante nele. Sei que ele é adaptação de um livro então não sei com quanto sucesso ele adaptou o material original mas para alguém leigo que não leu o livro, o filme funciona. Diria que a melhor atuação do filme é a da Katie Douglas mais por eu ter a julgado de forma precoce pela voz mais grossa e meio áspera que muitos americanos da geração z forçam, e também por saber que ela estava em Ginny e Georgia, mas ela me surpreendeu. Ela é a única personagem que tem um desenvolvimento que é mostrado por completo e a atriz executa isso de forma ok. O Carson MacCormac também não é nada mal e em comparação a ele e a protagonista, os outros atores dos personagens adolescentes dão uma leve dor de assistir apesar de engraçados. O Vincent Muller é legalzinho como um esquisitão e clássico red herring e o Aaron Abrams interpreta um pai até que fofo. Em suma, não é nada demais e você consegue prever praticamente tudo que acontece no primeiro instante que há qualquer indício do que tá rolando, seja a revolta dos adultos que se tornam assassinos ou o romance gay completamente aleatório do Cole e do Rust, que não deixa de ser fofo. Recomendo se você curtir muito slashers e um gore relativamente bem feito e sentir que já viu absolutamente todos os slashers que existem pois em comparação com a quantidade de slasher merda que é feito hoje em dia, esse até que se salva.