Heretic
caralho, que filme maravilhoso.
eu enrolei muito pra ver esse filme (eu sei, não é muito “fãzoca da sophie thatcher” da minha parte, mas fds) e me arrependo demais. esse filme, assim como sinners, (não da mesma forma e não tratando do mesmo tema, obviamente), mostrou exatamente o que um filme de terror/suspense deve fazer: refletir a realidade através de elementos aterrorizantes e da tensão. esse filme mostra claramente o que rege toda e qualquer religião: o controle. e, no final, mostra a capacidade de se ver numa vida nova na qual você pode escolher como quer viver, tomando suas próprias decisões sem ser guiada cegamente por algo/alguém. livre como uma borboleta.
eu, como uma pessoa com uma relação complicada com a religiosidade (e destaco: religiosidade, não fé), me senti ainda mais confiante da minha opinião pessoal sobre ela: quando utilizada de forma extrema, ultrapassa a posição de encontro e conexão e se torna só mais uma forma de controlar as pessoas, principalmente aquelas que tem medo do desconhecido.