
“Le projet imaginaire autour d’un rôle est toujours suscité par la rencontre avec un cinéaste. C’est le croisement d’un film et d’une personne qui suscite une rêverie…”

Tudo que tenho a dizer sobre esse filme é pessoal. Tenho tanto a agradecer a Diabo veste Prada que nem sei por onde começar, assisti o primeiro filme quando era muito nova, me apresentou à Madonna, à moda, ao jornalismo, a atrizes maravilhosas, à Nova York, e fez eu me apaixonar por moda, música e escrita. Agora, no segundo filme, já tenho 20 anos, escolhi uma carreira bem diferente da que almejava quando via esse filme (apesar de uma parte de mim ainda pensar no jornalismo com carinho), revisitar essa narrativa anos depois é me deparar com as tristezas e as delícias de envelhecer nesse mundo. O filme está mais claro, a câmera não tem a mesma familiaridade dos anos 2000 e o enredo aborda exatamente isso, a transformação das coisas, a obsolescência daquilo que na verdade é o mais essencial para nós, as pessoas, a arte, o reconhecimento do belo. Os apartamentos estão mais brancos, os textos mais rápidos e rasos, a moda parece estar se esvaindo e virando apenas consumo, e foi nesse lugar de reconhecer que amo o velho, o antigo, o vintage, que o filme me ganhou, tem seus defeitos e no entanto diz tudo que eu preciso ouvir.

esse filme me criou

Naomi Watts gorgeous af

> *Vous pensez que tous les amants ont le sentiment d'inventer quelque chose?*