Sing
Sing é um daqueles filmes que te pegam desprevenido, eu chorei, gente. CHOREI. Dá pra acreditar? Um filme sobre animais cantando hits pop me fez passar do riso ao "não, minha alma não está preparada" em questão de minutos. E sabe o que é pior? Funcionou. A manipulação emocional com as músicas é tão descarada que eu quase fiquei bravo... mas como vou reclamar se eu tava aqui, emocionado, torcendo por um coala desempregado?
O grande trunfo do filme é o desenvolvimento individual de cada personagem. Cada um tem seu arco, seja o Johnny tentando provar seu valor ao pai criminoso, a Rosita quebrando a rotina entediante de mãe de família, ou a Ash superando um término através da músic, e todos são marcantes e genuínos. Não é só "ah, vamos montar um show", é sobre redenção, autoconfiança e aquela sensação de se encontrar através da arte!
E eu não podia deixar de falar sobre o final triunfante. O ápice puro. A apresentação final não é só um show, é a vitória de cada personagem depois de tanta tristeza, e a energia é tão contagiante que você torce, vibra e quase aplaude junto no sofá da sua casa!!!
Único defeito? Ok, o filme às vezes acelera o modo emoção com músicas supercalculadas pra te fazer sentir algo... mas cara, como funciona. Se é manipulação barata ou genialidade, eu ainda não decidi. Só sei que amei cada minuto. Quase perfeito, só não leva 5 estrelas porque, bem, eu precisaria de um tempinho pra secar os olhos antes de admitir que esse filme me destruiu emocionalmente.