

foi um filme para compensar todo o romance que ficou de lado nos outros 2. not my thing actually, but like it.

“what’s my place in this society? I am a women!” o filme é incrível, seja pela investigação, pelos plot twists ou por qualquer outra coisa. mas nada é maior que a voz de uma mulher, de todas as mulheres. “be one voice.” Sarah Chapman, esse é o nome. Obrigada. Obrigada pela voz e pela liderança. “it only takes one flame to start a fire.”

Ed: “Because you don’t know what it’s to be without powers.” Sh: “Politics doesn’t interest you, why?” Sh: “Because it’s fatally boring.” Ed: “Because you have no interest in changing a world that suits you so well.” Sh: “A pretty speech.” Ed: “A scary one.” Eudoria: “I didn’t leave you because I didn’t love you. I left for you, because I couldn’t have this would be your future. So I have to fight. You have to make some noise, if you want to be heard.” As frases fazem o filme. A verdade é que decidi vê-lo por saber do seu humor, do seu suspense e das suas grandes atrizes que eu admiro. E no final, depois de ter levado uma das maiores lições de feminismo da minha vida, lembrei-me o quão bom é ser mulher para mim. Para mim… Eu, uma mulher que teve a sorte de nascer num tempo onde posso existir, viver, falar, ser ouvida e respeitada (nem sempre, mas muito mais que antes). Perdia o foco de todo o suspense ou investigação que existisse, cada vez que alguma mulher mostrava a sua grandeza. Ou seja, o meu foco sempre foi outro. Atuações admiráveis, cenários lindos, histórias bem contadas… mas existia algo muito mais bonito. Ser mulher. Lutar como uma mulher e por uma(s) mulher(es)! A determinado momento, Eudoria apareceu no pensamento de Enola, enquanto a mesma estava vulnerável, para lhe dizer: “Enola, don’t be scared.” E isso fala muito sobre Enola e Eudoria. A mulher que foi criada e a mulher que criou. Enola é, incrivelmente, destemida e audaz. Escandalosa ou sorrateira, quando precisa. Um filme que me deixou em lágrimas e, mais uma vez, fez-me agradecer por ser mulher, por ter sido criada por uma mulher. Irei revê-lo, sempre que necessário. Sempre que esteja perdida e precise de me encontrar numa mulher forte, em alguém para me inspirar. E não só em Enola, Eudoria ou Edith. Também em Nancy Springer, autora que idealizou as mulheres fortes nesta história, mulheres essas que talvez sejam só um reflexo dela mesma. “My life is my own, and the future is up to us.” — Enola Holmes, 1884.

o sirius é lowkey, kinda psycho. but we love joker, so we love him! 🫰🏼🫰🏼🫰🏼 btw, se o lupin estivesse á frente de um boggart, o boggart ia transformar-se em algum saudável, porque eu nunca vi ninguém a comer tanto chocolate.