Shōgun
Conforme tudo acontece parece que a maioria dos personagens apostam e confiam cegamente no plano de Toronaga, mesmo eles próprios não sabendo do que se trata, isso aqui é xadrez 3D puro. As mortes e aniquilação do próprio povo em busca do xogunato muitas vezes pareceram desnecessárias, Mariko finalmente dá a sua vida em um plano que é construído como épico mas no fim não corresponderam as minhas expectativas sobre o nome "Céu Carmesim" traria, o nome dá a entender que algo brutal aconteceria, mas é tudo um jogo de tempo, e confesso que a relação de Mariko com o inglês não me pareceu verdadeira em nenhum momento, mesmo com as lágrimas eu não consegui me importar com a relação dos dois, talvez isso seja por causa da postura japonesa, até por que, Mariko estava tão presa do próprio consciente e busca pela morte que qualquer emoção que ela tenta expôr saiu de maneira contida... ela é como uma rocha. O papel de Blackthorne tem muita nuance, por que além de questionar a igreja católica que estava em ascensão, colocá-lo como hatamoto não serviu exatamente para desestabilizar completamente a igreja, mas sim para ir contra o ponto de vista dos regentes, são muitos detalhes e eu não consegui decifrar tudo. O plano dele tem tantas camadas que é difícil entender completamente como tudo se encaixa... Eu mesmo só fui começar a entender depois de pesquisar mais sobre a série. Muito big brain.
O Ishido é igualzin o meu chefe pqp
#disney +#w/ mãe#legendado