The Devil's Advocate
Vanity, definitely my favorite sin.
Considerações iniciais: Esse foi o único filme que mesmo cansado e querendo ir dormir me fez tirar as costas do sofá e ficar inclinado em direção da TV. Os 30 minutos finais são ABSURDOS.
Sobre o filme (irei dar spoilers): retrata exatamente a vida de alguém que sai de União da Vitória com a alma boa e, vai para a cidade grande, Curitiba kkkkkkkk.
Já no começo quando é introduzido o Al Pacino, como John Milton, da pra notar a estranheza pelo escritório dele: completamente sem janelas e com uma porta para um terraço, que tem uma fonte de água com borda infinita e um deck de concreto sem parapeito. Não vi outra interpretação do 7 pele melhor que essa do Al, é simplesmente outro nível o que ele faz nesse filme.
Sendo bem franco o plot é meio previsível, então achei válido colocar na review, porém os ultimos dois twists do final, nem tanto, então não irei contar.
Sobre os nova-iorquinos sendo retratados como outros demônios, achei bem parecido com Black Swan. Concordo que seja difícil de representar apenas nas falas, então é necessário recorrer a uma CGI, o que não me agrada (único ponto do filme que não curti) mas é tolerável.
Esse filme esbanja de frases de efeito, aqui algumas das minhas favoritas:
- That day on the subway, what did I say to you? What were my words to you? Maybe it was your time to lose. You didn't think so.
- Lose? I don't lose! I win! I win! I'm a lawyer! That's my job, that's what I do!
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- What about love?
- Overrated. Biochemically no different than eating large quantities of chocolate.
E o encecerramento? fiquei de pé na frente da TV, e fiquei ainda mais eufórico quando começou os créditos com Paint It, Black dos Rolling Stones.