
It's a world of everything dying and eating each other right beneath our feet.

que surpresa boa meu Deus não esperava gostar tanto desse

É um filme com uma fotografia maravilhosa, um elenco de peso e um início promissor. O filme começa te apresentando todos os elementos que você quer ver em um filme tido como southern gothic. O problema é que durante a trama ele quase não trabalha nenhum deles. As personagens femininas, por exemplo, são absurdamente caricatas e quase não tem pessoalidade, são meros artifícios de choque. E falando em choque, a violência física extrema e sem sentido é usada muitas vezes aqui para chocar o espectador. E são tantas vezes, que ela acaba perdendo o impacto, o sentido. O diretor perdeu a chance de abordar outros tipos de violência silenciosas que são amplamente vividas por essas comunidades religiosas e interioranas. Também não gostei da narração falando obviedades que o espectador já sabe e/ou está vendo acontecer na tela. Apesar disso, não acho o filme de todo mal, mas ele podia ser muito melhor.

esse filme envelheceu pra mim lindamente. a diferença de idade entre os personagens ainda me incomoda e ainda acho que o filme consegue dar vida a essa história de uma maneira que o livro, surpreendente, não conseguiu com tanta maestria (o que me deixa ligeiramente triste pq adoro dizer que o livro é melhor que o filme). Ah, mas como o Elio cresceu em mim… A cena do pêssego segue não me chocando tb rs

a cena do matt beijando a cicatriz do max foi uma das coisas coisas mais bonitas que eu já vi