não sei se fui pego num dia de muita paciência mas eu fiquei completamente engajado com estas histórias fortes de mulheres fortes, mulheres periféricas que querem romper com aquilo que é esperado delas, mulheres que vivem vidas muito diferentes da minha realidade. também achei curioso como maioria delas fala em sonhos e em religião, em fé, como esta ponte entre o mundo dos vivos e dos mortos, onde podemos encontrar paz através da reconciliação.
toda a questão da representação destas atrizes que tentam dar vida a algo que não viveram mas que é real, que existe como modelo, é super interessante, interessante no sentido que dá para reparar na maioria dos casos as diferenças entre alguém que realmente tem aquelas memórias, que foi tocada, que sofreu com elas, e alguém que está a tentar costurar se àquela personagem para a interpretar.
> “parece que eu to mentindo (…) conforme eu fui te falando assim você me olhando, parecia que a minha memória tava mais lenta que a dela, entende? parece que a fala vem antes de você ter visto, entende?