Frozen
Frozen (2013), dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck é um longa metragem incrível, que apresenta a história de duas irmãs, Anna e Elsa, que, devido a “maldição” da irmã mais velha, separam-se de maneira trágica, acompanhando muita magia, música e amor.
O visual e as músicas do filme são muito impressionantes. A aparência de Arendelle e os designs das roupas dos personagens são muito bem feitos. As músicas que simulam sonoridades da cultura nórdica também são muito interessantes, o que gera ainda mais imersão. A atmosfera gelada, combinada com os elementos mágicos e espirituais da narrativa são a verdadeira cereja do bolo!
Outro ponto de extrema importância é o fato de que Frozen rompe com a ideia de amor verdadeiro. Durante o filme, o amor é apresentado, inicialmente, como romântico, representado pelo príncipe Hans e pelo revendedor de gelo Kristoff, interesses amorosos da princesa Anna. Nesse sentido, após Elsa congelar o coração da irmã, é afirmado que apenas o “amor verdadeiro” pode curar sua situação crítica, o que, teoricamente, seria a partir do amor de algum dos interesses de Anna. Entretanto, o que realmente retira a condição de congelamento de Anna é a força do amor fraternal de Elsa. Portanto, Frozen abandona o estereótipo sobre as relações amorosas, não apenas retratando o amor como o romance, mas uma conexão honesta, profunda e até mágica com uma pessoa.
Logo, Frozen é uma obra cinematográfica esplendida, que resignifica a ideia de amor verdadeiro, através de uma historia linda, com uma ambientação maravilhosas e musicas de cair o queixo.
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