Michael
Um dos melhores espetáculos que eu já vi no cinema.
Eu entendo completamente o lado dos críticos em dizer que o filme é ruim, ele tem sim momentos bobos, sem propósito, expositivos e nem sempre faz a melhor das escolhas quando se fala de recorte da vida do artista, mas ainda assim é um filmaço.
Pra mim o que mais me incomodou foi a maneira enxuta com que a narrativa se desenvolveu, parece que tudo passou muito rápido e faltou muita coisa. Eu entendo que eles não quiseram alongar muito a história, mas eu particularmente veria tranquilo esse filme se tivesse 4 horas, ou então faz logo uma série — não chegar nem na década de 90 é sacanagem.
O filme bate muito na tecla do pai dele ser abusivo e as vezes perde a mão e fica só chato, mas não me incomodou muito porque o resto ofusca. Jaafar Jackson entrou demais no personagem, o cara realmente virou o próprio tio, bizarro.
Não é necessário falar sobre as cenas musicais, né? Simplesmente magnífico, hipnotizante, estonteante, incrível, mágico e muitos outros adjetivos que possam caber aqui, o Rei do Pop sabia fazer músicas contagiantes.
HEE HEE
#com papai#no cinema