Normal People
Segue uma análise completamente na DEFENSIVA:
Normal People são os sentimentos despidos. O contraste de quem tem medo (Connell) com quem experiencia o medo (Marianne), e o resultado custa a ser confortável. Gosto do acerto quanto às cenas voltadas ao desconfortos em si, como o abraço de Marianne ao sadismo literal e Connell tendo de lidar com o futuro que ele deliberadamente escolheu ter.
Talvez eu peque aqui, mas não acredito que Connell chegou a de fato ser rejeitado ou deslocado. Ele foi covarde mais vezes do que eu poderia contar, mas ao mesmo tempo um exemplo vivo do que seríamos se déssemos ouvidos à insegurança. Marianne, por sua vez, é uma representação da importância de você saber exatamente qual tipo de amor você merece.
A série serve, também, de alerta aos que tentam barganhar com o tempo: é um negócio que inicia já perdido. O comodismo é o pior dos riscos.
Um grande e belíssimo e bem escrito esporro em doze episódios. 100% would recommend