

2023·Drama·1h 40m
7.0
★





To protect herself from a revolt by the workers on her family's farm, a reclusive designer locks herself in her armored car. The clock is ticking and the tension rises. Separated by an impenetrable layer of glass, two universes are about to collide.
Directed by Daniel Bandeira
post-traumatic stress disorder (ptsd)
farm worker
armored car
trabalhadores
tense

Trailer

IMDB
N/A
Where to Watch



Cast

Malu Galli
Teresa

Zuleica Ferreira
Antonia

Tavinho Teixeira
Roberto

Ane Oliva
Sandra

Edilson Silva
João da Cruz

Clébia Sousa
Joelma

Nivaldo Nascimento
Everaldo

Sandro Guerra
Renildo
Crew

Daniel Bandeira
Director

Daniel Bandeira
Screenplay

Pethrus Tiburcio
Second Assistant Director

Gabriel Domingues
Casting

Kelner Macêdo
Casting Assistant

Marcelo Caetano
Casting

Fábio Leal
Casting Coordinator
Popular Reviews
13 reviews
Jagdish
7.5★ · 02/23/25

PROPERTY is watching a simple match that implodes into a powder keg explosion of class warfare. Reminiscent of another Brazillian classic, BACARAU, PROPERTY instead operates on an unstable mob mentality as it takes down its wealthy land owner. The film is a little shortsighted as we’re led to feel sorry for the land owner’s wife Teresa solely because of her trauma endured in a separate incident. The truth is, as nice as she appears to be, PROPERTY nails its ending by sealing Teresa into the earth— a radical and fitting end to a fellow patron long benefiting from this social heirachy. The film is a real reminder of how fragile the system itself can collapse.
PROPERTY is watching a simple match that implodes into a powder keg explosion of class warfare. Reminiscent of another Brazillian classic, BACARAU, PROPERTY instead operates on an unstable mob mentality as it takes down its wealthy land owner. The film is a little shortsighted as we’re led to feel sorry for the land owner’s wife Teresa solely because of her trauma endured in a separate incident. The truth is, as nice as she appears to be, PROPERTY nails its ending by sealing Teresa into the earth— a radical and fitting end to a fellow patron long benefiting from this social heirachy. The film is a real reminder of how fragile the system itself can collapse.
Davi Fabri
9.0★ · 01/23/25

Eu gosto muito como o carro inicialmente protege a Teresa do mundo que ela teme, quase numa relação voyeurística onde Teresa vê as pessoas ao seu redor mas mal pode ser vista e nem tocada, ainda assim ela tem esse medo/ansiedade de ser olhada de volta, isso se dá muito na cena do posto. O resto do filme aprofunda de forma bem direta as relações de classe e as contradições do capitalismo, mas não perdendo completamente a lógica do voyeur.
Viajando um pouco sobre essa ideia, me lembrei bastante de Outer Space de Peter Tscherkassky, ainda que em Propriedade quem está preso é quem olha, na subversão do filme os trabalhadores ainda podem ser comparados com a protagonista em Outer Space, ambos quebrando objetos, de certa forma, do olhar para se livrar do controle.
Viajando um pouco sobre essa ideia, me lembrei bastante de Outer Space de Peter Tscherkassky, ainda que em Propriedade quem está preso é quem olha, na subversão do filme os trabalhadores ainda podem ser comparados com a protagonista em Outer Space, ambos quebrando objetos, de certa forma, do olhar para se livrar do controle.
Eu gosto muito como o carro inicialmente protege a Teresa do mundo que ela teme, quase numa relação voyeurística onde Teresa vê as pessoas ao seu redor mas mal pode ser vista e nem tocada, ainda assim ela tem esse medo/ansiedade de ser olhada de volta, isso se dá muito na cena do posto. O resto do filme aprofunda de forma bem direta as relações de classe e as contradições do capitalismo, mas não perdendo completamente a lógica do voyeur.
Viajando um pouco sobre essa ideia, me lembrei bastante de Outer Space de Peter Tscherkassky, ainda que em Propriedade quem está preso é quem olha, na subversão do filme os trabalhadores ainda podem ser comparados com a protagonista em Outer Space, ambos quebrando objetos, de certa forma, do olhar para se livrar do controle.
Viajando um pouco sobre essa ideia, me lembrei bastante de Outer Space de Peter Tscherkassky, ainda que em Propriedade quem está preso é quem olha, na subversão do filme os trabalhadores ainda podem ser comparados com a protagonista em Outer Space, ambos quebrando objetos, de certa forma, do olhar para se livrar do controle.
tarcisio
8.0★ · 11/09/24

pior que é daora pra caralho, gostei demais. trata de um tema bem importante e (infelizmente) bem atual, mas sem que se perca a arte da coisa.
ps: cinema brasileiro novamente mostrando o quão foda ele pode ser
ps: cinema brasileiro novamente mostrando o quão foda ele pode ser
pior que é daora pra caralho, gostei demais. trata de um tema bem importante e (infelizmente) bem atual, mas sem que se perca a arte da coisa.
ps: cinema brasileiro novamente mostrando o quão foda ele pode ser
ps: cinema brasileiro novamente mostrando o quão foda ele pode ser
Luiz Gallner
4.0★ · 04/18/24

Propriedade (2022)
Quando comecei a assistir "Propriedade" de cara me veio o pensamento:
É um filme de "João Wainer" no mesmo estilo de "A Jaula", outro nacional com uma proposta relativamente parecida e bem, ambos são do mesmo ano! De cara tive o mesmo problema! Acredito que o filme tenta trazer o fator empatia em personagens completamente INSUPORTÁVEIS!
Já sei que vou ser "cancelado" por muitas das coisas que estou falando aqui, entretanto, como diabos vou me importar com personagens que a primeira "ideia" na perda da 'propriedade' é assassinato?
Sim, eles foram, em sua grande maioria, pessoas que sofreram, mas... Não significa que o sofrimento dá o passe livre pro assassinato. Assassinato este que é a PRIMEIRA MEDIDA recorrida pelos personagens, nem mesmo os "monstros burgueses" são tão brutos em seus métodos.
Eles assassinam o "chefe" deles (que, mesmo sendo um escroto na situação, não deixa de ser um mandado pelo verdadeiro dono) que, mesmo em mão armada, decidiu NÃO atirar em nenhum deles e "só" quis apagar a prova de algo que seria utilizado contra si. Significa que ele está certo?
Obviamente não, mas, é uma das situações em que os personagens ruins parecem adotar medidas superiores aos pseudos-bons. O mesmo vale para o Roberto, que armado, só foi atirar quando um dos personagens ("Dimas") o atacou.
E depois destes 50 minutos o filme desanda pra mim, porque não vou conseguir me importar com nenhum personagem! E agora? Assisto os minutos restantes do filme e não tenho como ligar pra ninguém...
"Nós só queremos a nossa casa" é a fala utilizada para justificar todos os acontecimentos do filme, com um tom "passivo" e "inocente" para logo em seguida gabaritar a maior parte dos crimes do Código Penal.
Sinto que "Propriedade" é essencialmente uma tentativa chinfrim e chata (sim, chata) de tentar recriar o sucesso de Parasita (2019) que aborda com maestria a diferença de classes sociais e de fato FAZ com que criemos uma simpatia pelos personagens principais. E é isso! O filme se sustenta ao redor da possibilidade de uma mensagem social, a mensagem é passada de uma maneira caricata e extrema de ambas as partes.
Uma estrela pela TENTATIVA de produzir algo bom.
Duas estrelas pelas ótimas atuações! É uma pena que tentativas e atuações não são o suficiente para salvar um filme.
Só que assim... Daniel Bandeira pesquisou "movimento MST e trabalhadores abusados pelo capitalismo respondendo de formas extremas" antes de fazer o filme? Porque de verdade, é a impressão que passa.
Quando comecei a assistir "Propriedade" de cara me veio o pensamento:
É um filme de "João Wainer" no mesmo estilo de "A Jaula", outro nacional com uma proposta relativamente parecida e bem, ambos são do mesmo ano! De cara tive o mesmo problema! Acredito que o filme tenta trazer o fator empatia em personagens completamente INSUPORTÁVEIS!
Já sei que vou ser "cancelado" por muitas das coisas que estou falando aqui, entretanto, como diabos vou me importar com personagens que a primeira "ideia" na perda da 'propriedade' é assassinato?
Sim, eles foram, em sua grande maioria, pessoas que sofreram, mas... Não significa que o sofrimento dá o passe livre pro assassinato. Assassinato este que é a PRIMEIRA MEDIDA recorrida pelos personagens, nem mesmo os "monstros burgueses" são tão brutos em seus métodos.
Eles assassinam o "chefe" deles (que, mesmo sendo um escroto na situação, não deixa de ser um mandado pelo verdadeiro dono) que, mesmo em mão armada, decidiu NÃO atirar em nenhum deles e "só" quis apagar a prova de algo que seria utilizado contra si. Significa que ele está certo?
Obviamente não, mas, é uma das situações em que os personagens ruins parecem adotar medidas superiores aos pseudos-bons. O mesmo vale para o Roberto, que armado, só foi atirar quando um dos personagens ("Dimas") o atacou.
Resumidamente, os "SANTOS" da história em menos de 50 minutos:
Assassinaram um homem.
Tentaram assassinar outro homem.
Tentaram assassinar uma mulher.
Acrescento que a MAIOR PARTE dos personagens são cômodos com a ideia dos assassinatos e da maior parte das atrocidades para reaver as terras.
E depois, tentam sufocar Teresa até a morte, queima-la viva, enterra-la viva… E claro, pedindo compreensão a todo momento!
E depois destes 50 minutos o filme desanda pra mim, porque não vou conseguir me importar com nenhum personagem! E agora? Assisto os minutos restantes do filme e não tenho como ligar pra ninguém...
"Nós só queremos a nossa casa" é a fala utilizada para justificar todos os acontecimentos do filme, com um tom "passivo" e "inocente" para logo em seguida gabaritar a maior parte dos crimes do Código Penal.
Sinto que "Propriedade" é essencialmente uma tentativa chinfrim e chata (sim, chata) de tentar recriar o sucesso de Parasita (2019) que aborda com maestria a diferença de classes sociais e de fato FAZ com que criemos uma simpatia pelos personagens principais. E é isso! O filme se sustenta ao redor da possibilidade de uma mensagem social, a mensagem é passada de uma maneira caricata e extrema de ambas as partes.
Uma estrela pela TENTATIVA de produzir algo bom.
Duas estrelas pelas ótimas atuações! É uma pena que tentativas e atuações não são o suficiente para salvar um filme.
Só que assim... Daniel Bandeira pesquisou "movimento MST e trabalhadores abusados pelo capitalismo respondendo de formas extremas" antes de fazer o filme? Porque de verdade, é a impressão que passa.
Propriedade (2022)
Quando comecei a assistir "Propriedade" de cara me veio o pensamento:
É um filme de "João Wainer" no mesmo estilo de "A Jaula", outro nacional com uma proposta relativamente parecida e bem, ambos são do mesmo ano! De cara tive o mesmo problema! Acredito que o filme tenta trazer o fator empatia em personagens completamente INSUPORTÁVEIS!
Já sei que vou ser "cancelado" por muitas das coisas que estou falando aqui, entretanto, como diabos vou me importar com personagens que a primeira "ideia" na perda da 'propriedade' é assassinato?
Sim, eles foram, em sua grande maioria, pessoas que sofreram, mas... Não significa que o sofrimento dá o passe livre pro assassinato. Assassinato este que é a PRIMEIRA MEDIDA recorrida pelos personagens, nem mesmo os "monstros burgueses" são tão brutos em seus métodos.
Eles assassinam o "chefe" deles (que, mesmo sendo um escroto na situação, não deixa de ser um mandado pelo verdadeiro dono) que, mesmo em mão armada, decidiu NÃO atirar em nenhum deles e "só" quis apagar a prova de algo que seria utilizado contra si. Significa que ele está certo?
Obviamente não, mas, é uma das situações em que os personagens ruins parecem adotar medidas superiores aos pseudos-bons. O mesmo vale para o Roberto, que armado, só foi atirar quando um dos personagens ("Dimas") o atacou.
E depois destes 50 minutos o filme desanda pra mim, porque não vou conseguir me importar com nenhum personagem! E agora? Assisto os minutos restantes do filme e não tenho como ligar pra ninguém...
"Nós só queremos a nossa casa" é a fala utilizada para justificar todos os acontecimentos do filme, com um tom "passivo" e "inocente" para logo em seguida gabaritar a maior parte dos crimes do Código Penal.
Sinto que "Propriedade" é essencialmente uma tentativa chinfrim e chata (sim, chata) de tentar recriar o sucesso de Parasita (2019) que aborda com maestria a diferença de classes sociais e de fato FAZ com que criemos uma simpatia pelos personagens principais. E é isso! O filme se sustenta ao redor da possibilidade de uma mensagem social, a mensagem é passada de uma maneira caricata e extrema de ambas as partes.
Uma estrela pela TENTATIVA de produzir algo bom.
Duas estrelas pelas ótimas atuações! É uma pena que tentativas e atuações não são o suficiente para salvar um filme.
Só que assim... Daniel Bandeira pesquisou "movimento MST e trabalhadores abusados pelo capitalismo respondendo de formas extremas" antes de fazer o filme? Porque de verdade, é a impressão que passa.
Quando comecei a assistir "Propriedade" de cara me veio o pensamento:
É um filme de "João Wainer" no mesmo estilo de "A Jaula", outro nacional com uma proposta relativamente parecida e bem, ambos são do mesmo ano! De cara tive o mesmo problema! Acredito que o filme tenta trazer o fator empatia em personagens completamente INSUPORTÁVEIS!
Já sei que vou ser "cancelado" por muitas das coisas que estou falando aqui, entretanto, como diabos vou me importar com personagens que a primeira "ideia" na perda da 'propriedade' é assassinato?
Sim, eles foram, em sua grande maioria, pessoas que sofreram, mas... Não significa que o sofrimento dá o passe livre pro assassinato. Assassinato este que é a PRIMEIRA MEDIDA recorrida pelos personagens, nem mesmo os "monstros burgueses" são tão brutos em seus métodos.
Eles assassinam o "chefe" deles (que, mesmo sendo um escroto na situação, não deixa de ser um mandado pelo verdadeiro dono) que, mesmo em mão armada, decidiu NÃO atirar em nenhum deles e "só" quis apagar a prova de algo que seria utilizado contra si. Significa que ele está certo?
Obviamente não, mas, é uma das situações em que os personagens ruins parecem adotar medidas superiores aos pseudos-bons. O mesmo vale para o Roberto, que armado, só foi atirar quando um dos personagens ("Dimas") o atacou.
Resumidamente, os "SANTOS" da história em menos de 50 minutos:
Assassinaram um homem.
Tentaram assassinar outro homem.
Tentaram assassinar uma mulher.
Acrescento que a MAIOR PARTE dos personagens são cômodos com a ideia dos assassinatos e da maior parte das atrocidades para reaver as terras.
E depois, tentam sufocar Teresa até a morte, queima-la viva, enterra-la viva… E claro, pedindo compreensão a todo momento!
E depois destes 50 minutos o filme desanda pra mim, porque não vou conseguir me importar com nenhum personagem! E agora? Assisto os minutos restantes do filme e não tenho como ligar pra ninguém...
"Nós só queremos a nossa casa" é a fala utilizada para justificar todos os acontecimentos do filme, com um tom "passivo" e "inocente" para logo em seguida gabaritar a maior parte dos crimes do Código Penal.
Sinto que "Propriedade" é essencialmente uma tentativa chinfrim e chata (sim, chata) de tentar recriar o sucesso de Parasita (2019) que aborda com maestria a diferença de classes sociais e de fato FAZ com que criemos uma simpatia pelos personagens principais. E é isso! O filme se sustenta ao redor da possibilidade de uma mensagem social, a mensagem é passada de uma maneira caricata e extrema de ambas as partes.
Uma estrela pela TENTATIVA de produzir algo bom.
Duas estrelas pelas ótimas atuações! É uma pena que tentativas e atuações não são o suficiente para salvar um filme.
Só que assim... Daniel Bandeira pesquisou "movimento MST e trabalhadores abusados pelo capitalismo respondendo de formas extremas" antes de fazer o filme? Porque de verdade, é a impressão que passa.
Felipe Germano
4.0★ · 04/17/24

Nos seus melhores momentos, lembra Bacurau. Em todos os outros, escancara que está fazendo um esforço contínuo em tentar em gerar uma discussão.
Nos seus melhores momentos, lembra Bacurau. Em todos os outros, escancara que está fazendo um esforço contínuo em tentar em gerar uma discussão.