uma tragédia cômica, sobre um homem que tenta ganhar na vida com a ajuda de um que já não tem mais o que perder e ganhar na vida, Zorba é um personagem complexo, tendo um passado terrível, e que não tem condições para se redimir, tendo então que viver sua vida num eterno estado de loucura em um local completamente doentio, os cidadãos de Creta são filmados como animais com algumas poucas pessoas com ainda um pingo de humanidade, as viúvas e o Zorba são representações dessa humanidade, principalmente as viúvas, que são tratadas com desdém pelos homens e apenas sofrem por causa deles até chegar na desumanização total sobre elas.
Anthony Quinn está sensacional como Zorba, é um personagem que a todo tempo queremos saber mais e mais, ainda mais com um ator carismático desse. a química dele com o protagonista Basil é bem interessante, um completa o outro.
a cena final é belíssima, mostra perfeitamente como Zorba não tinha mais nada a perder, e tudo que sobra é apenas dançar sobre a loucura que revela a felicidade.
adendo para a trilha sonora icônica. Míkis Theodorakis foi um gênio!
9/10
uma tragédia cômica, sobre um homem que tenta ganhar na vida com a ajuda de um que já não tem mais o que perder e ganhar na vida, Zorba é um personagem complexo, tendo um passado terrível, e que não tem condições para se redimir, tendo então que viver sua vida num eterno estado de loucura em um local completamente doentio, os cidadãos de Creta são filmados como animais com algumas poucas pessoas com ainda um pingo de humanidade, as viúvas e o Zorba são representações dessa humanidade, principalmente as viúvas, que são tratadas com desdém pelos homens e apenas sofrem por causa deles até chegar na desumanização total sobre elas.
Anthony Quinn está sensacional como Zorba, é um personagem que a todo tempo queremos saber mais e mais, ainda mais com um ator carismático desse. a química dele com o protagonista Basil é bem interessante, um completa o outro.
a cena final é belíssima, mostra perfeitamente como Zorba não tinha mais nada a perder, e tudo que sobra é apenas dançar sobre a loucura que revela a felicidade.
adendo para a trilha sonora icônica. Míkis Theodorakis foi um gênio!
9/10