
The Strange World of Coffin Joe
1968·Horror·1h 20m
7.0
★



Coffin Joe hosts this anthology of three short horror stories which feature a strange dollmaker, a necrophiliac balloon seller with a foot fetish, and a psychotic professor involved in sadistic rituals.
Directed by José Mojica Marins
obsession
necrophilia
instinct
anthology
torture
cannibal
doll
dollmaker

IMDB
N/A
Where to Watch


Cast

José Mojica Marins
Professor Oãxiac Odéz / Zé do Caixão

Luiz Sérgio Person

Mario Lima

Íris Bruzzi

Tony Cardi

Salvador Amaral

Jean Garrett

Neide Aparecida
Crew

José Mojica Marins
Director

Rubens Francisco Lucchetti
Screenplay

José Mojica Marins
Producer

Virgílio Roveda
Assistant Camera

José Mojica Marins
Story
Popular Reviews
16 reviews
Dr_BaldPRO
8.7★ · 07/15/26




This movie fucking rocks. Coffin Joe does in fact live in a strange world. A sadistic anthology that leaves you feeling a bit queasy but also horny?
I’ve recently discovered that I love a midnight movie and this has easily shot to the top.
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This movie fucking rocks. Coffin Joe does in fact live in a strange world. A sadistic anthology that leaves you feeling a bit queasy but also horny?
I’ve recently discovered that I love a midnight movie and this has easily shot to the top.
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Eduarda
8.0★ · 04/19/26

Sinistro e brutal como poucos filmes são
Reunindo coisas só pra escrever sobre depois:
- mitificação do zé do caixão (céu bravo maldade zé do caixão / como entidade divina ele surge do céu / força da natureza? pathos?, a música no início quase como um canto religioso, "zé do caixão" é um conjunto de elementos formais e cinematográficos que os qualifica como o Mal -> o plano de uma aranha não mostra uma aranha, mas um mal metafísico)
- sentido perverso do olhar (são seus olhos que saem do céu, testemunho da crueldade e o lugar do espectador)
- gênero e inversão de papeis (a mulher que é olhada/dominada, o homem pratica e olha a violência, mas essa lógica se confunde -> as mulheres da primeira história e os olhos dos homens nas bonecas de porcelana, o homem da segunda historia, aquele que vê, é essencialmente aquele que é dominado por forças maiores, zé do caixão de delineado e coque de madame na última história / entretanto, nunca escapa de certas qualificações ideológicas de gênero, mas embebedasse nelas em prol do efeito dramático -> homem é sádico mulher é masoquista ou qualquer besteira do tipo. vale a pena pensar nesse tópico um pouco mais)
- sadismo e masoquismo, razão e instinto (assistir um filme do zé do caixão sempre tem um quê de sadismo e de masoquismo, convivem paradoxalmente tal qual razão e instinto e se tornam indistinguíveis -> provar que o instintivo é superior ao racional continua sendo nada mais do que, pro zé, um impulso de comprovar uma tese científica)
- zé do caixão, violência explícita, ditadura, rádio / torture porn dos anos 2000 guerra do iraque gore na internet etc
Reunindo coisas só pra escrever sobre depois:
- mitificação do zé do caixão (céu bravo maldade zé do caixão / como entidade divina ele surge do céu / força da natureza? pathos?, a música no início quase como um canto religioso, "zé do caixão" é um conjunto de elementos formais e cinematográficos que os qualifica como o Mal -> o plano de uma aranha não mostra uma aranha, mas um mal metafísico)
- sentido perverso do olhar (são seus olhos que saem do céu, testemunho da crueldade e o lugar do espectador)
- gênero e inversão de papeis (a mulher que é olhada/dominada, o homem pratica e olha a violência, mas essa lógica se confunde -> as mulheres da primeira história e os olhos dos homens nas bonecas de porcelana, o homem da segunda historia, aquele que vê, é essencialmente aquele que é dominado por forças maiores, zé do caixão de delineado e coque de madame na última história / entretanto, nunca escapa de certas qualificações ideológicas de gênero, mas embebedasse nelas em prol do efeito dramático -> homem é sádico mulher é masoquista ou qualquer besteira do tipo. vale a pena pensar nesse tópico um pouco mais)
- sadismo e masoquismo, razão e instinto (assistir um filme do zé do caixão sempre tem um quê de sadismo e de masoquismo, convivem paradoxalmente tal qual razão e instinto e se tornam indistinguíveis -> provar que o instintivo é superior ao racional continua sendo nada mais do que, pro zé, um impulso de comprovar uma tese científica)
- zé do caixão, violência explícita, ditadura, rádio / torture porn dos anos 2000 guerra do iraque gore na internet etc
Sinistro e brutal como poucos filmes são
Reunindo coisas só pra escrever sobre depois:
- mitificação do zé do caixão (céu bravo maldade zé do caixão / como entidade divina ele surge do céu / força da natureza? pathos?, a música no início quase como um canto religioso, "zé do caixão" é um conjunto de elementos formais e cinematográficos que os qualifica como o Mal -> o plano de uma aranha não mostra uma aranha, mas um mal metafísico)
- sentido perverso do olhar (são seus olhos que saem do céu, testemunho da crueldade e o lugar do espectador)
- gênero e inversão de papeis (a mulher que é olhada/dominada, o homem pratica e olha a violência, mas essa lógica se confunde -> as mulheres da primeira história e os olhos dos homens nas bonecas de porcelana, o homem da segunda historia, aquele que vê, é essencialmente aquele que é dominado por forças maiores, zé do caixão de delineado e coque de madame na última história / entretanto, nunca escapa de certas qualificações ideológicas de gênero, mas embebedasse nelas em prol do efeito dramático -> homem é sádico mulher é masoquista ou qualquer besteira do tipo. vale a pena pensar nesse tópico um pouco mais)
- sadismo e masoquismo, razão e instinto (assistir um filme do zé do caixão sempre tem um quê de sadismo e de masoquismo, convivem paradoxalmente tal qual razão e instinto e se tornam indistinguíveis -> provar que o instintivo é superior ao racional continua sendo nada mais do que, pro zé, um impulso de comprovar uma tese científica)
- zé do caixão, violência explícita, ditadura, rádio / torture porn dos anos 2000 guerra do iraque gore na internet etc
Reunindo coisas só pra escrever sobre depois:
- mitificação do zé do caixão (céu bravo maldade zé do caixão / como entidade divina ele surge do céu / força da natureza? pathos?, a música no início quase como um canto religioso, "zé do caixão" é um conjunto de elementos formais e cinematográficos que os qualifica como o Mal -> o plano de uma aranha não mostra uma aranha, mas um mal metafísico)
- sentido perverso do olhar (são seus olhos que saem do céu, testemunho da crueldade e o lugar do espectador)
- gênero e inversão de papeis (a mulher que é olhada/dominada, o homem pratica e olha a violência, mas essa lógica se confunde -> as mulheres da primeira história e os olhos dos homens nas bonecas de porcelana, o homem da segunda historia, aquele que vê, é essencialmente aquele que é dominado por forças maiores, zé do caixão de delineado e coque de madame na última história / entretanto, nunca escapa de certas qualificações ideológicas de gênero, mas embebedasse nelas em prol do efeito dramático -> homem é sádico mulher é masoquista ou qualquer besteira do tipo. vale a pena pensar nesse tópico um pouco mais)
- sadismo e masoquismo, razão e instinto (assistir um filme do zé do caixão sempre tem um quê de sadismo e de masoquismo, convivem paradoxalmente tal qual razão e instinto e se tornam indistinguíveis -> provar que o instintivo é superior ao racional continua sendo nada mais do que, pro zé, um impulso de comprovar uma tese científica)
- zé do caixão, violência explícita, ditadura, rádio / torture porn dos anos 2000 guerra do iraque gore na internet etc
Holly
5.0★ · 02/05/26

Daily Horror Hunt #92
Not something I would usually reach for but definitely worth a watch if you like bizarre anthology films!
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Daily Horror Hunt #92
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ashton
7.0★ · 12/25/25

sinceramente eu nem sei oq dizer que coisa mais bizarra IMAGINE ASSISTIR ISSO EM 1968
sinceramente eu nem sei oq dizer que coisa mais bizarra IMAGINE ASSISTIR ISSO EM 1968
Gilherme
6.0★ · 10/12/25

o filme é dividido em 3 segmentos, e eu sei que cinema não é matemática, mas...
1º segmento: 4/10
2º segmento: 6/10
3º segmento: 9/10
nota final: aproximadamente 6,5/10
o primeiro segmento é insuportável, até tem uma pegada experimental interessante no começo, mas a história é total sem potencial e só é mal feito mesmo.
o segundo segmento é bem melhor, tendo umas cenas bem bizarras, mas fica por aí, apesar dele já pegar melhor a vibe do Mojica.
agora o terceiro... é sensacional! é extremamente macabro, a obra mais assustadora de Mojica até então, aqui nos é mostrado tortura sexual, sequestro, e muito canibalismo, e ainda aquelas coisas grotescas como sangue e animais peçonhentos, claramente esse filme foi feito para testar os limites da censura da ditadura, e me pergunto como isso passou, macabro simplesmente. e o Mojica como o Prof. Oaxiac Odez (nome muito foda inclusive) é bem carismático como sempre.
no fim, como filme no geral deixa a desejar na primeira metade, mas quando vem o último segmento, vale super a pena!! José Mojica Marins em seu puro estado, que cena final foda!
1º segmento: 4/10
2º segmento: 6/10
3º segmento: 9/10
nota final: aproximadamente 6,5/10
o primeiro segmento é insuportável, até tem uma pegada experimental interessante no começo, mas a história é total sem potencial e só é mal feito mesmo.
o segundo segmento é bem melhor, tendo umas cenas bem bizarras, mas fica por aí, apesar dele já pegar melhor a vibe do Mojica.
agora o terceiro... é sensacional! é extremamente macabro, a obra mais assustadora de Mojica até então, aqui nos é mostrado tortura sexual, sequestro, e muito canibalismo, e ainda aquelas coisas grotescas como sangue e animais peçonhentos, claramente esse filme foi feito para testar os limites da censura da ditadura, e me pergunto como isso passou, macabro simplesmente. e o Mojica como o Prof. Oaxiac Odez (nome muito foda inclusive) é bem carismático como sempre.
no fim, como filme no geral deixa a desejar na primeira metade, mas quando vem o último segmento, vale super a pena!! José Mojica Marins em seu puro estado, que cena final foda!
o filme é dividido em 3 segmentos, e eu sei que cinema não é matemática, mas...
1º segmento: 4/10
2º segmento: 6/10
3º segmento: 9/10
nota final: aproximadamente 6,5/10
o primeiro segmento é insuportável, até tem uma pegada experimental interessante no começo, mas a história é total sem potencial e só é mal feito mesmo.
o segundo segmento é bem melhor, tendo umas cenas bem bizarras, mas fica por aí, apesar dele já pegar melhor a vibe do Mojica.
agora o terceiro... é sensacional! é extremamente macabro, a obra mais assustadora de Mojica até então, aqui nos é mostrado tortura sexual, sequestro, e muito canibalismo, e ainda aquelas coisas grotescas como sangue e animais peçonhentos, claramente esse filme foi feito para testar os limites da censura da ditadura, e me pergunto como isso passou, macabro simplesmente. e o Mojica como o Prof. Oaxiac Odez (nome muito foda inclusive) é bem carismático como sempre.
no fim, como filme no geral deixa a desejar na primeira metade, mas quando vem o último segmento, vale super a pena!! José Mojica Marins em seu puro estado, que cena final foda!
1º segmento: 4/10
2º segmento: 6/10
3º segmento: 9/10
nota final: aproximadamente 6,5/10
o primeiro segmento é insuportável, até tem uma pegada experimental interessante no começo, mas a história é total sem potencial e só é mal feito mesmo.
o segundo segmento é bem melhor, tendo umas cenas bem bizarras, mas fica por aí, apesar dele já pegar melhor a vibe do Mojica.
agora o terceiro... é sensacional! é extremamente macabro, a obra mais assustadora de Mojica até então, aqui nos é mostrado tortura sexual, sequestro, e muito canibalismo, e ainda aquelas coisas grotescas como sangue e animais peçonhentos, claramente esse filme foi feito para testar os limites da censura da ditadura, e me pergunto como isso passou, macabro simplesmente. e o Mojica como o Prof. Oaxiac Odez (nome muito foda inclusive) é bem carismático como sempre.
no fim, como filme no geral deixa a desejar na primeira metade, mas quando vem o último segmento, vale super a pena!! José Mojica Marins em seu puro estado, que cena final foda!