Gosto muito de como a direção flerta com um tom quase inocente, de contos de fadas na primeira parte, e um realismo cruel na segunda. A história de Joana d’Arc é uma história de confrontos entre o concreto e o etéreo, entre a fé e a religião e entre a sobriedade jurídica e a inocência metafísica.
Gosto muito de como a direção flerta com um tom quase inocente, de contos de fadas na primeira parte, e um realismo cruel na segunda. A história de Joana d’Arc é uma história de confrontos entre o concreto e o etéreo, entre a fé e a religião e entre a sobriedade jurídica e a inocência metafísica.