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2024·Drama·1h 50m
7.1
Vera, imprisoned at a military fortress during the dictatorship, 1969, get to know a soldier, Armando, who, in the face of torture, decides to take messages from Vera to his family and establishes an affective relationship with D. Maria, Vera’s mother. Despite the horrors of the time, the film works on this possibility of a dialogue between two lonely and lost human beings: a high-middle-class lady and a young southerner of rural origin. Today, Vera, aged 70, is a professor at the university, and debates with her students about politics, forgiveness and Hannah Arendt.
Directed by Lúcia Murat
dictatorship
period piece
passing of time

Cast

Shi Menegat
Shi Menegat
Armando
Valentina Herszage
Valentina Herszage
Vera
Floriano Peixoto
Floriano Peixoto
Henrique
Georgette Fadel
Georgette Fadel
Maria
Higor Campagnaro
Higor Campagnaro
Soldier João
Javier Drolas
Javier Drolas
Father João
Bruce Gomlevsky
Bruce Gomlevsky
Major Damião
Virgínia Rosa
Virgínia Rosa
Mãe de Marialva
Rose Germano
Rose Germano
Anita
Zé Wendell
Zé Wendell
Médico Militar

Crew

Felicitas Raffo
Felicitas Raffo
Producer
Pamela Livia Delgado
Pamela Livia Delgado
Executive Producer
Jacob Solitrenick
Jacob Solitrenick
Cinematography

Popular Reviews

2 reviews
Anna Consentino
Anna Consentino
The Messenger
eu amo o cinema da lúcia murat, e talvez por amar tanto eu tenha achado a narrativa um pouco menos emocionante que as outras obras da diretora, ainda que importantíssima. pra mim, a cena mais potente do filme foi a do depoimento da personagem da valentina herszage porque ela usa perfeitamente as duas coisas mais importantes que envolvem esse trabalho: toda a emoção que uma cena escrita e dirigida pela lúcia a partir dos reflexos dos seus traumas e memórias tem e a potência da atuação da valentina, que tá ótima na obra, apesar de eu ter achado uma pena o tempo de tela dela ser tão curto. 

ps: em algum momento, no debate pós filme, a lúcia, ao falar sobre a importância das memórias sobre a ditadura, disse algo como “enquanto não tem [museus e memoriais sobre a ditadura] a gente vai fazendo filme” e como pesquisadora do tema, é muito bonito ver o odeon cheio de estudantes por convite da própria diretora e a importância que ela dá pra que as pessoas jamais esqueçam o que foi a ditadura e para que as futuras gerações lutem pela democracia. uma das maiores da nossa história.
eu amo o cinema da lúcia murat, e talvez por amar tanto eu tenha achado a narrativa um pouco menos emocionante que as outras obras da diretora, ainda que importantíssima. pra mim, a cena mais potente do filme foi a do depoimento da personagem da valentina herszage porque ela usa perfeitamente as duas coisas mais importantes que envolvem esse trabalho: toda a emoção que uma cena escrita e dirigida pela lúcia a partir dos reflexos dos seus traumas e memórias tem e a potência da atuação da valentina, que tá ótima na obra, apesar de eu ter achado uma pena o tempo de tela dela ser tão curto. 

ps: em algum momento, no debate pós filme, a lúcia, ao falar sobre a importância das memórias sobre a ditadura, disse algo como “enquanto não tem [museus e memoriais sobre a ditadura] a gente vai fazendo filme” e como pesquisadora do tema, é muito bonito ver o odeon cheio de estudantes por convite da própria diretora e a importância que ela dá pra que as pessoas jamais esqueçam o que foi a ditadura e para que as futuras gerações lutem pela democracia. uma das maiores da nossa história.
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Antonia
Antonia
The Messenger
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