"Don't open the gate to past sorrows"
A história está lá atrás, escondida por entre memórias, sonhos, expectativas e ilusões. Vivê-la não se compara a revivê-la. O olhar presente sobre o passado olha para o todo como um bicho de sete cabeças, complicado de entender e desmistificar. Mas o problema está em olhar para o todo sem procurar perceber o particular. A história é feita de várias histórias.
A história da Palestina é a história de Um Ali, Nemat, Hosnia e Hiam, mas também de Lina. É a história de 4 gerações de mulheres que partilham um passado e uma história, mas cujas histórias particulares seguiram diferentes rumos. A história da Palestina não é um monólito, mas é tanto a separação como a superação de quem reconhece o cheiro à alma das suas origens, por mais distante que se encontre. É tanto a mágoa como a saudade de quem foi forçado a abandonar o seu nascer, mas que o continua a, de algum modo, viver. Este documentário atravessa 4 gerações, mas conta-nos, pela voz e pela imagem, décadas de vida e de morte de um povo e de um país condenado a não ser país. Daqui sente-se o cheiro de cada membro daquela família, mas também das oliveiras que crescem, do lago que refresca e das fronteiras que tanto sufocam como desafiam a sonhar. Ali luta a liberdade por se libertar da gaiola a que foi confinada naquela grande história demasiado "complicada" para contar.
Talvez, só talvez, as histórias de Um Ali, Nemat, Hosnia e Hiam ajudem a simplificar e a humanizar aquilo ao que o mundo escolhe fechar os olhos. Talvez, só talvez, a história não seja mais do que um conjunto de histórias de quem, como quem respira o presente, respirava o passado. E é desse passado que o presente respira também, em busca de um futuro em que a liberdade voe para fora da gaiola e possa ser o que sempre sonhou: livre.
"Don't open the gate to past sorrows"
A história está lá atrás, escondida por entre memórias, sonhos, expectativas e ilusões. Vivê-la não se compara a revivê-la. O olhar presente sobre o passado olha para o todo como um bicho de sete cabeças, complicado de entender e desmistificar. Mas o problema está em olhar para o todo sem procurar perceber o particular. A história é feita de várias histórias.
A história da Palestina é a história de Um Ali, Nemat, Hosnia e Hiam, mas também de Lina. É a história de 4 gerações de mulheres que partilham um passado e uma história, mas cujas histórias particulares seguiram diferentes rumos. A história da Palestina não é um monólito, mas é tanto a separação como a superação de quem reconhece o cheiro à alma das suas origens, por mais distante que se encontre. É tanto a mágoa como a saudade de quem foi forçado a abandonar o seu nascer, mas que o continua a, de algum modo, viver. Este documentário atravessa 4 gerações, mas conta-nos, pela voz e pela imagem, décadas de vida e de morte de um povo e de um país condenado a não ser país. Daqui sente-se o cheiro de cada membro daquela família, mas também das oliveiras que crescem, do lago que refresca e das fronteiras que tanto sufocam como desafiam a sonhar. Ali luta a liberdade por se libertar da gaiola a que foi confinada naquela grande história demasiado "complicada" para contar.
Talvez, só talvez, as histórias de Um Ali, Nemat, Hosnia e Hiam ajudem a simplificar e a humanizar aquilo ao que o mundo escolhe fechar os olhos. Talvez, só talvez, a história não seja mais do que um conjunto de histórias de quem, como quem respira o presente, respirava o passado. E é desse passado que o presente respira também, em busca de um futuro em que a liberdade voe para fora da gaiola e possa ser o que sempre sonhou: livre.