é muito raro eu reclamar de um filme ser uma coisa diferente do que eu queria que ele fosse. um filme só é. mas, infelizmente, juie keeps quiet foi criando em mim a expectativa de tratar de um tipo muito específico de abuso que tornaria ele algo absolutamente único e inesquecível. no entanto, ele acaba trilhando um caminho que já se percorreu à exaustão. não que não seja importante continuar explorando, batendo na tecla, insistido, expondo. mas acaba se deparando com a mesma falha que i used to be funny, com a rachel sennot – a criação de uma expectativa de uma perpectiva diferente para, no final, ser algo muito igual a outro algo que eu já vi.
não é demérito à direção e fotografia do leonardo van dijl, que crescem no silêncio do cotidiano, ou do roteiro, que pega conversas na metade que nos revelam absolutamente tudo que a gente precisa saber sem serem expositivas em excesso, muito menos da atuação estrelar da tessa van der broeck que vale a experiência por si só. o filme é muito bom, forte em quase tudo. só é frustrante porque poderia ter sido ainda mais.
é muito raro eu reclamar de um filme ser uma coisa diferente do que eu queria que ele fosse. um filme só é. mas, infelizmente, juie keeps quiet foi criando em mim a expectativa de tratar de um tipo muito específico de abuso que tornaria ele algo absolutamente único e inesquecível. no entanto, ele acaba trilhando um caminho que já se percorreu à exaustão. não que não seja importante continuar explorando, batendo na tecla, insistido, expondo. mas acaba se deparando com a mesma falha que i used to be funny, com a rachel sennot – a criação de uma expectativa de uma perpectiva diferente para, no final, ser algo muito igual a outro algo que eu já vi.
não é demérito à direção e fotografia do leonardo van dijl, que crescem no silêncio do cotidiano, ou do roteiro, que pega conversas na metade que nos revelam absolutamente tudo que a gente precisa saber sem serem expositivas em excesso, muito menos da atuação estrelar da tessa van der broeck que vale a experiência por si só. o filme é muito bom, forte em quase tudo. só é frustrante porque poderia ter sido ainda mais.