

2025·Drama·2h 10m
7.7
★










From a repressive childhood to artistic revolution, Ney Matogrosso transforms Brazil's stages — and himself — through music, creativity and inner fire.
Directed by Esmir Filho
biography
singer
relationship
lgbt
self identity
brazilian music
queer
social prejudice
musical journey
music
queer childhood
brazilian musician
queer experience
Rank
#24 in 2025·#701 overall

IMDB
N/A
Where to Watch

Cast

Jesuíta Barbosa
Ney Matogrosso

Rômulo Braga
Antônio Matogrosso

Hermila Guedes
Beíta

Davi Malizia
Ney Matogrosso (Criança)

Jullio Reis
Cazuza

Bruno Montaleone
Marco de Maria

Mauro Soares
João Ricardo

Bruno Parmera
Luisinho

Jef Lyrio
Gerson

Augusto Trainotti
Soldado Cato

Danilo Grangheia
Eugênio

Artur Volpi
Tonho
Crew

Esmir Filho
Director

Esmir Filho
Writer

Azul Serra
Director of Photography

Martín Macías Trujillo
Makeup Artist

Thales Junqueira
Art Direction

Rafael Saar
Script Researcher

Esmir Filho
Associate Producer

Azul Serra
Camera Operator

Gabriela Monnerat
Costume Supervisor

Mayara Melo
Production Assistant
Popular Reviews
407 reviews
ruby
7.0★ · 06/10/26


moracy, aponta na rua uma mulher com a maquiagem na rua.
moracy, aponta na rua uma mulher com a maquiagem na rua.
Manuzica
10.0★ · 06/13/26

ESSE FILME É MAGNÍFICO!! Eu assisti já faz bastante tempo, acho que mais ou menos duas semanas depois que lançou na Netflix, assisti com minha irmã mais nova, não foi uma boa ideia 💔. Não porque o filme é ruim, seria uma mentira do caralho, mas porque tem muita cena de sexo né, mas minha irmã pouco se fudeu porque ela assistiu coisa pior sozinha. É um filme incrível meu deus, foi tipo uma experiência única assistir esse filme. Na época, eu gostava da música dele, porém eu não sabia nada da vida dele, nem que ele era bissexual, eu só sabia que ele cantou durante a ditadura. Além disso é um filme muito interessante, e me entreteu bastante. O ator que interpretou ele é muito talentoso, e ele atou tão bem, fiquei encantada, todos ali atuaram tão bem, simplesmente magnífico, pretendo ver mais filmes desse ator mais para frente. Eu amei tudo, os cenários são simplesmente impecáveis, e iguais ao de Central do Brasil, eles são extremamente detalhados, bonitos, impecáveis. E meu deus, as cenas coloridas são maravilhosas, eu amo tudo que tem muitas cores e luzes, e esse filme tem tudo isso, todas as cenas são incríveis, até às cenas de sexo, nem parece sexo, parece uma performance, amei tudo. As maquiagens, figurinos, tudo é magnífico, e eles representaram bem as roupas e maquiagens que ele usava. Adorei tudo. A cena de reconciliação com o pai dele é bem emocionante, e triste também, porque antes eles não tinham uma boa relação, inclusive mais pro começo, eles até brigam né. Mas é um filme magnífico, eu adorei esse filme.
"Esse ser aqui tem a voz mais linda do coral."
ESSE FILME É MAGNÍFICO!! Eu assisti já faz bastante tempo, acho que mais ou menos duas semanas depois que lançou na Netflix, assisti com minha irmã mais nova, não foi uma boa ideia 💔. Não porque o filme é ruim, seria uma mentira do caralho, mas porque tem muita cena de sexo né, mas minha irmã pouco se fudeu porque ela assistiu coisa pior sozinha. É um filme incrível meu deus, foi tipo uma experiência única assistir esse filme. Na época, eu gostava da música dele, porém eu não sabia nada da vida dele, nem que ele era bissexual, eu só sabia que ele cantou durante a ditadura. Além disso é um filme muito interessante, e me entreteu bastante. O ator que interpretou ele é muito talentoso, e ele atou tão bem, fiquei encantada, todos ali atuaram tão bem, simplesmente magnífico, pretendo ver mais filmes desse ator mais para frente. Eu amei tudo, os cenários são simplesmente impecáveis, e iguais ao de Central do Brasil, eles são extremamente detalhados, bonitos, impecáveis. E meu deus, as cenas coloridas são maravilhosas, eu amo tudo que tem muitas cores e luzes, e esse filme tem tudo isso, todas as cenas são incríveis, até às cenas de sexo, nem parece sexo, parece uma performance, amei tudo. As maquiagens, figurinos, tudo é magnífico, e eles representaram bem as roupas e maquiagens que ele usava. Adorei tudo. A cena de reconciliação com o pai dele é bem emocionante, e triste também, porque antes eles não tinham uma boa relação, inclusive mais pro começo, eles até brigam né. Mas é um filme magnífico, eu adorei esse filme.
"Esse ser aqui tem a voz mais linda do coral."
Roberta
10.0★ · 06/02/26

eu amo o Ney Matogrosso, eu amo o Jesuíta Barbosa e eu amo esse filme
eu amo o Ney Matogrosso, eu amo o Jesuíta Barbosa e eu amo esse filme
callyuup
10.0★ · 04/25/26

"Eu não criei filho pra ser artista"
"Para Ney Matogrosso, por ousar ser livre."
LINDO LINDO LINDO
Eu não sou viado. Agora, quando eu for, pai...Aí o Brasil inteiro vai saber.
A verdadeira desgraça do homem é não saber amar
Eu não sou criança. Eu nunca fui, nem quando eu era.
Você não entendeu ainda, né, pai? Eu escolhi isso aqui. Eu escolhi. Eu não tenho dinheiro. Eu realmente não tenho dinheiro. Não tenho casa própria. Tenho quase nada. Mas eu sou feliz assim.
Eu não me sinto uma mulher ali. Me sinto um ser indefinido. Tô experimentando. Sou um bicho.
"Para Ney Matogrosso, por ousar ser livre."
LINDO LINDO LINDO
"Eu não criei filho pra ser artista"
"Para Ney Matogrosso, por ousar ser livre."
LINDO LINDO LINDO
Eu não sou viado. Agora, quando eu for, pai...Aí o Brasil inteiro vai saber.
A verdadeira desgraça do homem é não saber amar
Eu não sou criança. Eu nunca fui, nem quando eu era.
Você não entendeu ainda, né, pai? Eu escolhi isso aqui. Eu escolhi. Eu não tenho dinheiro. Eu realmente não tenho dinheiro. Não tenho casa própria. Tenho quase nada. Mas eu sou feliz assim.
Eu não me sinto uma mulher ali. Me sinto um ser indefinido. Tô experimentando. Sou um bicho.
"Para Ney Matogrosso, por ousar ser livre."
LINDO LINDO LINDO
Gabriel
4.0★ · 03/23/26

Clássica cinebiografia Wikipédia, que recorta a vida do artista de forma pontual.
De início, é inevitável elogiar o quão corajoso foi Ney Matogrosso ao assumir sua postura e sexualidade, sobretudo no meio artístico de uma época marcada pela censura. Ainda assim, na obra, esse contexto político surge de maneira tímida e pouco desenvolvida, o que enfraquece parte do impacto histórico que poderia ter sido explorado.
A atuação de Jesuíta Barbosa é o grande destaque. Há uma entrega impressionante em cena, mas isso também evidencia o principal problema do longa: sua dependência quase total do ator. Soma-se a isso uma falta de identidade técnica mais consistente, há momentos isolados em que a direção demonstra inspiração e autenticidade, o que é irônico ao se tratar da vida de um dos artistas mais autênticos do Brasil. No entanto, essa força estética não se sustenta ao longo da obra, revelando uma irregularidade que compromete o conjunto.
Ao abordar a intimidade do artista — principalmente sua vida sexual —, o filme tangencia um erotismo que poderia ser explorado com mais coragem, especialmente considerando o contexto de repressão e tabu da época. Em vez disso, opta por uma abordagem contida, com uma nudez sugerida que só ganha maior liberdade da metade para o final. É justamente a partir da década de 70 que o filme encontra melhor seu tom, como se o diretor finalmente compreendesse o recorte que deseja trabalhar.
Alguns elementos narrativos, porém, soam frágeis. A relação com os pais é tratada de forma expositiva e pontual, e o suposto “arco de redenção” do pai levanta questionamentos, sugerindo uma conciliação que suaviza a homofobia apresentada anteriormente. A família, aliás, é reduzida quase exclusivamente às figuras paterna e materna, relegando outros membros a papéis irrelevantes.
Por fim, participações como as de Raul Seixas e Cazuza soam mais como acenos pontuais do que contribuições narrativas reais, beirando o fan service e quebrando o tom da obra, dando a impressão de um ''Vingadores Ultimato Musical''.
No fim, trata-se de um filme que encontra força em sua performance central, mas que carece de uma visão autoral mais definida para fazer jus à complexidade de seu protagonista.
De início, é inevitável elogiar o quão corajoso foi Ney Matogrosso ao assumir sua postura e sexualidade, sobretudo no meio artístico de uma época marcada pela censura. Ainda assim, na obra, esse contexto político surge de maneira tímida e pouco desenvolvida, o que enfraquece parte do impacto histórico que poderia ter sido explorado.
A atuação de Jesuíta Barbosa é o grande destaque. Há uma entrega impressionante em cena, mas isso também evidencia o principal problema do longa: sua dependência quase total do ator. Soma-se a isso uma falta de identidade técnica mais consistente, há momentos isolados em que a direção demonstra inspiração e autenticidade, o que é irônico ao se tratar da vida de um dos artistas mais autênticos do Brasil. No entanto, essa força estética não se sustenta ao longo da obra, revelando uma irregularidade que compromete o conjunto.
Ao abordar a intimidade do artista — principalmente sua vida sexual —, o filme tangencia um erotismo que poderia ser explorado com mais coragem, especialmente considerando o contexto de repressão e tabu da época. Em vez disso, opta por uma abordagem contida, com uma nudez sugerida que só ganha maior liberdade da metade para o final. É justamente a partir da década de 70 que o filme encontra melhor seu tom, como se o diretor finalmente compreendesse o recorte que deseja trabalhar.
Alguns elementos narrativos, porém, soam frágeis. A relação com os pais é tratada de forma expositiva e pontual, e o suposto “arco de redenção” do pai levanta questionamentos, sugerindo uma conciliação que suaviza a homofobia apresentada anteriormente. A família, aliás, é reduzida quase exclusivamente às figuras paterna e materna, relegando outros membros a papéis irrelevantes.
Por fim, participações como as de Raul Seixas e Cazuza soam mais como acenos pontuais do que contribuições narrativas reais, beirando o fan service e quebrando o tom da obra, dando a impressão de um ''Vingadores Ultimato Musical''.
No fim, trata-se de um filme que encontra força em sua performance central, mas que carece de uma visão autoral mais definida para fazer jus à complexidade de seu protagonista.
Clássica cinebiografia Wikipédia, que recorta a vida do artista de forma pontual.
De início, é inevitável elogiar o quão corajoso foi Ney Matogrosso ao assumir sua postura e sexualidade, sobretudo no meio artístico de uma época marcada pela censura. Ainda assim, na obra, esse contexto político surge de maneira tímida e pouco desenvolvida, o que enfraquece parte do impacto histórico que poderia ter sido explorado.
A atuação de Jesuíta Barbosa é o grande destaque. Há uma entrega impressionante em cena, mas isso também evidencia o principal problema do longa: sua dependência quase total do ator. Soma-se a isso uma falta de identidade técnica mais consistente, há momentos isolados em que a direção demonstra inspiração e autenticidade, o que é irônico ao se tratar da vida de um dos artistas mais autênticos do Brasil. No entanto, essa força estética não se sustenta ao longo da obra, revelando uma irregularidade que compromete o conjunto.
Ao abordar a intimidade do artista — principalmente sua vida sexual —, o filme tangencia um erotismo que poderia ser explorado com mais coragem, especialmente considerando o contexto de repressão e tabu da época. Em vez disso, opta por uma abordagem contida, com uma nudez sugerida que só ganha maior liberdade da metade para o final. É justamente a partir da década de 70 que o filme encontra melhor seu tom, como se o diretor finalmente compreendesse o recorte que deseja trabalhar.
Alguns elementos narrativos, porém, soam frágeis. A relação com os pais é tratada de forma expositiva e pontual, e o suposto “arco de redenção” do pai levanta questionamentos, sugerindo uma conciliação que suaviza a homofobia apresentada anteriormente. A família, aliás, é reduzida quase exclusivamente às figuras paterna e materna, relegando outros membros a papéis irrelevantes.
Por fim, participações como as de Raul Seixas e Cazuza soam mais como acenos pontuais do que contribuições narrativas reais, beirando o fan service e quebrando o tom da obra, dando a impressão de um ''Vingadores Ultimato Musical''.
No fim, trata-se de um filme que encontra força em sua performance central, mas que carece de uma visão autoral mais definida para fazer jus à complexidade de seu protagonista.
De início, é inevitável elogiar o quão corajoso foi Ney Matogrosso ao assumir sua postura e sexualidade, sobretudo no meio artístico de uma época marcada pela censura. Ainda assim, na obra, esse contexto político surge de maneira tímida e pouco desenvolvida, o que enfraquece parte do impacto histórico que poderia ter sido explorado.
A atuação de Jesuíta Barbosa é o grande destaque. Há uma entrega impressionante em cena, mas isso também evidencia o principal problema do longa: sua dependência quase total do ator. Soma-se a isso uma falta de identidade técnica mais consistente, há momentos isolados em que a direção demonstra inspiração e autenticidade, o que é irônico ao se tratar da vida de um dos artistas mais autênticos do Brasil. No entanto, essa força estética não se sustenta ao longo da obra, revelando uma irregularidade que compromete o conjunto.
Ao abordar a intimidade do artista — principalmente sua vida sexual —, o filme tangencia um erotismo que poderia ser explorado com mais coragem, especialmente considerando o contexto de repressão e tabu da época. Em vez disso, opta por uma abordagem contida, com uma nudez sugerida que só ganha maior liberdade da metade para o final. É justamente a partir da década de 70 que o filme encontra melhor seu tom, como se o diretor finalmente compreendesse o recorte que deseja trabalhar.
Alguns elementos narrativos, porém, soam frágeis. A relação com os pais é tratada de forma expositiva e pontual, e o suposto “arco de redenção” do pai levanta questionamentos, sugerindo uma conciliação que suaviza a homofobia apresentada anteriormente. A família, aliás, é reduzida quase exclusivamente às figuras paterna e materna, relegando outros membros a papéis irrelevantes.
Por fim, participações como as de Raul Seixas e Cazuza soam mais como acenos pontuais do que contribuições narrativas reais, beirando o fan service e quebrando o tom da obra, dando a impressão de um ''Vingadores Ultimato Musical''.
No fim, trata-se de um filme que encontra força em sua performance central, mas que carece de uma visão autoral mais definida para fazer jus à complexidade de seu protagonista.