Prova mais explícita de que esse cara vive pra sempre. Não existe — e não existirá — ninguém como ele.
Morgan Neville fez um uso fantástico do arquivo audiovisual do Paul, costura muito bem (inclusive semioticamente). Os comentários adicionais agregam e trazem um frescor de ineditismo pra quem, assim como eu, tem uma noção razoável desse período da carreira do Paul.
Ele é menos “espinhoso” que o livro homônimo, mas segue como uma excelente pedida (e uma síntese extraordinária de uma das tantas facetas do Macca).
Prova mais explícita de que esse cara vive pra sempre. Não existe — e não existirá — ninguém como ele.
Morgan Neville fez um uso fantástico do arquivo audiovisual do Paul, costura muito bem (inclusive semioticamente). Os comentários adicionais agregam e trazem um frescor de ineditismo pra quem, assim como eu, tem uma noção razoável desse período da carreira do Paul.
Ele é menos “espinhoso” que o livro homônimo, mas segue como uma excelente pedida (e uma síntese extraordinária de uma das tantas facetas do Macca).