

1938·War·1h 59m
7.1
★


After serving in the trenches of World War I, Jean Diaz recoils with such horror that he renounces love and personal pleasure to immerse himself in scientific research, seeking a machine to prevent war. He thinks he has succeeded, but the government subverts his discovery, and Europe slides with seeming inevitability toward World War II. In desperation, Diaz summons the ghosts of the war dead from the graves and fields of France to give silent, accusing protest.
Directed by Abel Gance
world war ii
soldier
ghost

IMDB
N/A
Cast

Victor Francen
Jean Diaz

Line Noro
Edith

Sylvie Gance
Flo

Jean-Max
Henri Chimay

Paul Amiot
A friend of Chimay

Marcel Delaître
François Laurin

Georges Saillard
The doctor

Renée Devillers
Hélène

Jean-Louis Barrault

Lucien Bataille
A soldier

Jean Brochard
Soldier Staminal

Rivers Cadet
A villager
Crew

Abel Gance
Director

Abel Gance
Writer
Popular Reviews
2 reviews
Joao Luca
9.0★ · 02/26/26

Essa obra de Abel Gance é tanto uma história sobre a guerra, quanto a evolução que o cinema trouxe desde sua versão original em 1919. Os vinte anos que separam os dois filmes do mesmo diretor também separam dois mundos distintos e duas faces distintas de um mesmo autor. Se o primeiro filme possui as características clássicas dos filmes impressionistas franceses das primeiras décadas do século XX, seu "remake" expande os seus significados com a inovação da técnica. Dessa vez a guerra é mais suja, mais letal e também mais inevitável, divergindo do final esperançoso e memorialista de sua primeira versão. Os cemitérios dos soldados estão cheios de lapides, mas vazios de pessoas para honra-los, lembra-los e evitar que os males que afligiram milhões de pessoas pudessem retornar. Esse mau presságio que ronda a europa no final da década de 30 só poderia ter sido parado com a imponderável volta de seus mortos, já que isso não se concretizou é irônico que uma peça patrocinada pela manutenção da paz tenha sido exibida nos minutos finais da paz temporária que prescindiu a Segunda Guerra Mundial.
Essa obra de Abel Gance é tanto uma história sobre a guerra, quanto a evolução que o cinema trouxe desde sua versão original em 1919. Os vinte anos que separam os dois filmes do mesmo diretor também separam dois mundos distintos e duas faces distintas de um mesmo autor. Se o primeiro filme possui as características clássicas dos filmes impressionistas franceses das primeiras décadas do século XX, seu "remake" expande os seus significados com a inovação da técnica. Dessa vez a guerra é mais suja, mais letal e também mais inevitável, divergindo do final esperançoso e memorialista de sua primeira versão. Os cemitérios dos soldados estão cheios de lapides, mas vazios de pessoas para honra-los, lembra-los e evitar que os males que afligiram milhões de pessoas pudessem retornar. Esse mau presságio que ronda a europa no final da década de 30 só poderia ter sido parado com a imponderável volta de seus mortos, já que isso não se concretizou é irônico que uma peça patrocinada pela manutenção da paz tenha sido exibida nos minutos finais da paz temporária que prescindiu a Segunda Guerra Mundial.
Erik Olsson
8.0★ · 12/30/23

While nowhere near the quality of Gance's silent masterworks, this reexamination of his 1919 J'accuse, originally made at the tail end of WW1, now remade just before the outbreak of WW2 is a fascinating piece nonetheless. Although it lacks the inventive filmmaking quality primed for the silent era, Gance still manages to make an engaging semi-sequel rife with depressive anger at the seemingly endless cycle of war. Victor Francen's performance is quite hauntingly marvelous, capturing a similar intense weariness of Gance's late collaborator Séverin-Mars' performances.
While nowhere near the quality of Gance's silent masterworks, this reexamination of his 1919 J'accuse, originally made at the tail end of WW1, now remade just before the outbreak of WW2 is a fascinating piece nonetheless. Although it lacks the inventive filmmaking quality primed for the silent era, Gance still manages to make an engaging semi-sequel rife with depressive anger at the seemingly endless cycle of war. Victor Francen's performance is quite hauntingly marvelous, capturing a similar intense weariness of Gance's late collaborator Séverin-Mars' performances.