

2025·Drama·1h 37m
7.1
★











In the backlands of Goiás, Brazil, brutish men who cannot deal with their weaknesses are constantly abandoned by the women they love. Sad and bitter, these men turn violently against each other.
Directed by Erico Rassi
brazil
existential crisis
crime

Trailer

IMDB
N/A
Cast

Ângelo Antônio
Totó

Babu Santana
Durval

Tuanny Araujo
Luiza

Antônio Fábio
Tio

Daniel Porpino
Antônio

Adanilo
Domingos Bravo

Elzio Vieira
Amigo do Marido da Gracinha

Antônio Pitanga
Ermitão
Crew

Erico Rassi
Director

Erico Rassi
Writer

Erico Rassi
Editor

Ricardo Reis
Sound Designer

Ricardo Reis
Sound Mixer
Popular Reviews
35 reviews
Felipe Germano
8.0★ · 05/18/25

Tem uma cena que é um diálogo entre o Antonio Pitanga e o Ângelo Antônio que é bem marcante. Os tempos são próprios, não rola pressa pra falar, tem uns silêncios enormes entre uma fala e outra. E acho que essa é meio que a vibe do filme. Quando falaram que era um faroeste, eu imaginei algo mais agitado, mas esse mesmo silêncio, o tédio, a falta de comunicação, a cachaça. Deu um negócio brasileiro muito foda. Ai sei lá, gostei bem!
Tem uma cena que é um diálogo entre o Antonio Pitanga e o Ângelo Antônio que é bem marcante. Os tempos são próprios, não rola pressa pra falar, tem uns silêncios enormes entre uma fala e outra. E acho que essa é meio que a vibe do filme. Quando falaram que era um faroeste, eu imaginei algo mais agitado, mas esse mesmo silêncio, o tédio, a falta de comunicação, a cachaça. Deu um negócio brasileiro muito foda. Ai sei lá, gostei bem!
1
plutoxfierro
7.0★ · 06/25/26

Não gostei tanto quanto achei que gostaria mas definitivamente é um filme MUITO bom, gostei muito da direção e da fotografia + a música final é a cereja do bolo
Não gostei tanto quanto achei que gostaria mas definitivamente é um filme MUITO bom, gostei muito da direção e da fotografia + a música final é a cereja do bolo
VictorPRO
9.0★ · 02/26/26

O silêncio como imagem
Poderia passar horas falando sobre o tema deste filme: dos homens revoltados com o nada, mortos pelo nada. Creio, porém, que isso já foi muito dito.
Prefiro abordar como Oeste Outra Vez é um filme que respira, que se deixa respirar, e que funciona justamente por ser uma obra que respira nesse ritmo. A influência dos épicos americanos é inegável; de certa forma, o filme presta uma bela homenagem a esse gênero, hoje preterido. Mas é uma homenagem cruel. Seu silêncio atua como uma camada corrosiva que destrói toda a superficialidade da ação e o vazio do entretenimento descartável. Seus planos mais épicos são interrompidos por quadros sóbrios, entediantes, que fogem da melancolia para atingir um puro vazio espiritual e cinematográfico. Afinal, a quem interessa um filme grandioso? A quem interessa uma vida grandiosa?
O voyeurismo de Erico persegue o espectador, que espera o prazer diante da violência, mas recebe a mais banal das cenas, o mais inútil dos planos, o mais silencioso dos diálogos. É daí que nasce a beleza do filme: da evidente contradição entre cinema, vida e desejo. Podemos dizer que um persegue o outro, mas nenhum pode de fato possuir o outro, ou a vida, ou o cinema, ou o desejo, ou o tédio ou a verdade.
Poderia passar horas falando sobre o tema deste filme: dos homens revoltados com o nada, mortos pelo nada. Creio, porém, que isso já foi muito dito.
Prefiro abordar como Oeste Outra Vez é um filme que respira, que se deixa respirar, e que funciona justamente por ser uma obra que respira nesse ritmo. A influência dos épicos americanos é inegável; de certa forma, o filme presta uma bela homenagem a esse gênero, hoje preterido. Mas é uma homenagem cruel. Seu silêncio atua como uma camada corrosiva que destrói toda a superficialidade da ação e o vazio do entretenimento descartável. Seus planos mais épicos são interrompidos por quadros sóbrios, entediantes, que fogem da melancolia para atingir um puro vazio espiritual e cinematográfico. Afinal, a quem interessa um filme grandioso? A quem interessa uma vida grandiosa?
O voyeurismo de Erico persegue o espectador, que espera o prazer diante da violência, mas recebe a mais banal das cenas, o mais inútil dos planos, o mais silencioso dos diálogos. É daí que nasce a beleza do filme: da evidente contradição entre cinema, vida e desejo. Podemos dizer que um persegue o outro, mas nenhum pode de fato possuir o outro, ou a vida, ou o cinema, ou o desejo, ou o tédio ou a verdade.
O silêncio como imagem
Poderia passar horas falando sobre o tema deste filme: dos homens revoltados com o nada, mortos pelo nada. Creio, porém, que isso já foi muito dito.
Prefiro abordar como Oeste Outra Vez é um filme que respira, que se deixa respirar, e que funciona justamente por ser uma obra que respira nesse ritmo. A influência dos épicos americanos é inegável; de certa forma, o filme presta uma bela homenagem a esse gênero, hoje preterido. Mas é uma homenagem cruel. Seu silêncio atua como uma camada corrosiva que destrói toda a superficialidade da ação e o vazio do entretenimento descartável. Seus planos mais épicos são interrompidos por quadros sóbrios, entediantes, que fogem da melancolia para atingir um puro vazio espiritual e cinematográfico. Afinal, a quem interessa um filme grandioso? A quem interessa uma vida grandiosa?
O voyeurismo de Erico persegue o espectador, que espera o prazer diante da violência, mas recebe a mais banal das cenas, o mais inútil dos planos, o mais silencioso dos diálogos. É daí que nasce a beleza do filme: da evidente contradição entre cinema, vida e desejo. Podemos dizer que um persegue o outro, mas nenhum pode de fato possuir o outro, ou a vida, ou o cinema, ou o desejo, ou o tédio ou a verdade.
Poderia passar horas falando sobre o tema deste filme: dos homens revoltados com o nada, mortos pelo nada. Creio, porém, que isso já foi muito dito.
Prefiro abordar como Oeste Outra Vez é um filme que respira, que se deixa respirar, e que funciona justamente por ser uma obra que respira nesse ritmo. A influência dos épicos americanos é inegável; de certa forma, o filme presta uma bela homenagem a esse gênero, hoje preterido. Mas é uma homenagem cruel. Seu silêncio atua como uma camada corrosiva que destrói toda a superficialidade da ação e o vazio do entretenimento descartável. Seus planos mais épicos são interrompidos por quadros sóbrios, entediantes, que fogem da melancolia para atingir um puro vazio espiritual e cinematográfico. Afinal, a quem interessa um filme grandioso? A quem interessa uma vida grandiosa?
O voyeurismo de Erico persegue o espectador, que espera o prazer diante da violência, mas recebe a mais banal das cenas, o mais inútil dos planos, o mais silencioso dos diálogos. É daí que nasce a beleza do filme: da evidente contradição entre cinema, vida e desejo. Podemos dizer que um persegue o outro, mas nenhum pode de fato possuir o outro, ou a vida, ou o cinema, ou o desejo, ou o tédio ou a verdade.
lia
9.0★ · 01/11/26

clima de tensão entre os brothers
clima de tensão entre os brothers
Rafael Magalhães
9.0★ · 12/20/25

Tudo isso por causa de mulher
Tudo isso por causa de mulher