

2012·Drama·1h 41m
7.0
★


Zizo, a radical and anarchist poet living in a marginal quarter of Recife in the north eastern state of Pernambuco, distributes his social angst-filled thoughts through a publication named Febre do Rato, and spews poetry to anyone who’d listen. Our character always revolves within the universe that he has created around himself. A very particular world, in which satisfying the unfortunate is a mixture of a kind of benefit with high dose of malice.
Directed by Cláudio Assis

IMDB
N/A
Cast

Irandhir Santos
Zizo

Matheus Nachtergaele
Pazinho

Nanda Costa
Eneida

Maria Gladys
Stella Maris

Ângela Leal
Dona Marieta

Juliano Cazarré
Boca Mole

Mariana Nunes
Rosângela

Thomás Aquino
Amigo de Zizo

Johnny Hooker
Amigo de Zizo

Dira Paes
Amiga de Zizo

André Leitão
Amigo de Zizo
Crew

Cláudio Assis
Director

Hilton Lacerda
Writer

Walter Carvalho
Director of Photography

Cláudio Assis
Producer

Ricardo Reis
Sound Editor

Renata Pinheiro
Production Design

Joana Gatis
Costume Design
Popular Reviews
8 reviews
Bk
6.0★ · 03/05/26

caralho, eu pensei q esse filme fosse sobre os rato peso de recife KKKAKAKJKKK
fiquei extremamente confusa quando, nos primeiros minutos do filme, a abertura é o zizo declamando:
achei legal essa coragem de mostrar as relações humanas sem filtro nenhum. essa libertinagem toda funcionando quase como uma forma de revolução... o filme joga na swa cara que as pessoas SÃO assim. tipo, tem gente que tora velha (e torou mesmo pqp na caixa d'água ainda), tem o cara com seus dilemas e confusões por estar com uma travesti, tem um quadrisal(?¿)... pra mim, acho q oq esse filme representa é esse direito ao caos e a liberdade. num mundo muito moralista, ser sujo e escancarar o desejo querendo ou n é um ato político. eu acho q essa intençao de mostrar corpos e vivências reais é meio fodinha, mesmo que pra isso ele pese a mão numa safadeza que as vezes parece meio "desnecessaria"
o filme é muito bom em transitar por todas as nuances possíveis, entao ele te mostra o amor e o ódio, o tesão, a revolução e o nojo, tudo de um jeito mt misturado
e eu acho muito engraçado esse contraste do zizo onde o caba solta umas poesias de esquerdomacho todo profundo e dps, do nada, ele ta mandando um "a água ta fria, mija ai pra esquentar"
o problema é que, por mais que essa estetica seja forte, o filme termina parecendo uma colagem de varias cenas que não parecem chegar em um lugar. fiquei com aquela sensação de "ta, e aí?". não sei se eu que não peguei a visão ou se a intenção era só causar esse desconforto gratuito, mas senti que faltou um norte. acho q vale pela autenticidade e por escancarar a "sujeira" humana. até que eu gosto da narrativa, mas como algo completo n seii nao, alguma coisa não me agradou
mas eu ri muito
novamente, muito foda o contraste, pra mim é extremamente engraçado *"punk ***que é punk come a mãe no tanque 🔥🔥", e "a pior coisa do mundo é a conduta do amor quando se torna arremedo. o que é a anarquia diante da prisão doentia da paixão?" serem do mesmo filme
e pqp esse zizo é chato pra cacete
fiquei extremamente confusa quando, nos primeiros minutos do filme, a abertura é o zizo declamando:
"o satélite à volta do mundo, abismo de coisas medonhas. pessoas que ladram seu sono, enfeites de cores errantes. cálida vizinha e princesa, magra em sua sã loucura. grita de alegria a subúrbia, chora de medo o planeta [...]"peso painho
achei legal essa coragem de mostrar as relações humanas sem filtro nenhum. essa libertinagem toda funcionando quase como uma forma de revolução... o filme joga na swa cara que as pessoas SÃO assim. tipo, tem gente que tora velha (e torou mesmo pqp na caixa d'água ainda), tem o cara com seus dilemas e confusões por estar com uma travesti, tem um quadrisal(?¿)... pra mim, acho q oq esse filme representa é esse direito ao caos e a liberdade. num mundo muito moralista, ser sujo e escancarar o desejo querendo ou n é um ato político. eu acho q essa intençao de mostrar corpos e vivências reais é meio fodinha, mesmo que pra isso ele pese a mão numa safadeza que as vezes parece meio "desnecessaria"
o filme é muito bom em transitar por todas as nuances possíveis, entao ele te mostra o amor e o ódio, o tesão, a revolução e o nojo, tudo de um jeito mt misturado
e eu acho muito engraçado esse contraste do zizo onde o caba solta umas poesias de esquerdomacho todo profundo e dps, do nada, ele ta mandando um "a água ta fria, mija ai pra esquentar"
o problema é que, por mais que essa estetica seja forte, o filme termina parecendo uma colagem de varias cenas que não parecem chegar em um lugar. fiquei com aquela sensação de "ta, e aí?". não sei se eu que não peguei a visão ou se a intenção era só causar esse desconforto gratuito, mas senti que faltou um norte. acho q vale pela autenticidade e por escancarar a "sujeira" humana. até que eu gosto da narrativa, mas como algo completo n seii nao, alguma coisa não me agradou
mas eu ri muito
novamente, muito foda o contraste, pra mim é extremamente engraçado *"punk ***que é punk come a mãe no tanque 🔥🔥", e "a pior coisa do mundo é a conduta do amor quando se torna arremedo. o que é a anarquia diante da prisão doentia da paixão?" serem do mesmo filme
e pqp esse zizo é chato pra cacete
caralho, eu pensei q esse filme fosse sobre os rato peso de recife KKKAKAKJKKK
fiquei extremamente confusa quando, nos primeiros minutos do filme, a abertura é o zizo declamando:
achei legal essa coragem de mostrar as relações humanas sem filtro nenhum. essa libertinagem toda funcionando quase como uma forma de revolução... o filme joga na swa cara que as pessoas SÃO assim. tipo, tem gente que tora velha (e torou mesmo pqp na caixa d'água ainda), tem o cara com seus dilemas e confusões por estar com uma travesti, tem um quadrisal(?¿)... pra mim, acho q oq esse filme representa é esse direito ao caos e a liberdade. num mundo muito moralista, ser sujo e escancarar o desejo querendo ou n é um ato político. eu acho q essa intençao de mostrar corpos e vivências reais é meio fodinha, mesmo que pra isso ele pese a mão numa safadeza que as vezes parece meio "desnecessaria"
o filme é muito bom em transitar por todas as nuances possíveis, entao ele te mostra o amor e o ódio, o tesão, a revolução e o nojo, tudo de um jeito mt misturado
e eu acho muito engraçado esse contraste do zizo onde o caba solta umas poesias de esquerdomacho todo profundo e dps, do nada, ele ta mandando um "a água ta fria, mija ai pra esquentar"
o problema é que, por mais que essa estetica seja forte, o filme termina parecendo uma colagem de varias cenas que não parecem chegar em um lugar. fiquei com aquela sensação de "ta, e aí?". não sei se eu que não peguei a visão ou se a intenção era só causar esse desconforto gratuito, mas senti que faltou um norte. acho q vale pela autenticidade e por escancarar a "sujeira" humana. até que eu gosto da narrativa, mas como algo completo n seii nao, alguma coisa não me agradou
mas eu ri muito
novamente, muito foda o contraste, pra mim é extremamente engraçado *"punk ***que é punk come a mãe no tanque 🔥🔥", e "a pior coisa do mundo é a conduta do amor quando se torna arremedo. o que é a anarquia diante da prisão doentia da paixão?" serem do mesmo filme
e pqp esse zizo é chato pra cacete
fiquei extremamente confusa quando, nos primeiros minutos do filme, a abertura é o zizo declamando:
"o satélite à volta do mundo, abismo de coisas medonhas. pessoas que ladram seu sono, enfeites de cores errantes. cálida vizinha e princesa, magra em sua sã loucura. grita de alegria a subúrbia, chora de medo o planeta [...]"peso painho
achei legal essa coragem de mostrar as relações humanas sem filtro nenhum. essa libertinagem toda funcionando quase como uma forma de revolução... o filme joga na swa cara que as pessoas SÃO assim. tipo, tem gente que tora velha (e torou mesmo pqp na caixa d'água ainda), tem o cara com seus dilemas e confusões por estar com uma travesti, tem um quadrisal(?¿)... pra mim, acho q oq esse filme representa é esse direito ao caos e a liberdade. num mundo muito moralista, ser sujo e escancarar o desejo querendo ou n é um ato político. eu acho q essa intençao de mostrar corpos e vivências reais é meio fodinha, mesmo que pra isso ele pese a mão numa safadeza que as vezes parece meio "desnecessaria"
o filme é muito bom em transitar por todas as nuances possíveis, entao ele te mostra o amor e o ódio, o tesão, a revolução e o nojo, tudo de um jeito mt misturado
e eu acho muito engraçado esse contraste do zizo onde o caba solta umas poesias de esquerdomacho todo profundo e dps, do nada, ele ta mandando um "a água ta fria, mija ai pra esquentar"
o problema é que, por mais que essa estetica seja forte, o filme termina parecendo uma colagem de varias cenas que não parecem chegar em um lugar. fiquei com aquela sensação de "ta, e aí?". não sei se eu que não peguei a visão ou se a intenção era só causar esse desconforto gratuito, mas senti que faltou um norte. acho q vale pela autenticidade e por escancarar a "sujeira" humana. até que eu gosto da narrativa, mas como algo completo n seii nao, alguma coisa não me agradou
mas eu ri muito
novamente, muito foda o contraste, pra mim é extremamente engraçado *"punk ***que é punk come a mãe no tanque 🔥🔥", e "a pior coisa do mundo é a conduta do amor quando se torna arremedo. o que é a anarquia diante da prisão doentia da paixão?" serem do mesmo filme
e pqp esse zizo é chato pra cacete
Gabriel Araújo
9.0★ · 02/16/24

pika , tinha visto faz um tempo mas nunca loguei então vai hoje mesmo , bom pra porra no coments
pika , tinha visto faz um tempo mas nunca loguei então vai hoje mesmo , bom pra porra no coments
Julia
5.5★ · 12/14/23

swAUDOSOO CINEMA SÃO LUIS E A FAMOSA PONTEE
swAUDOSOO CINEMA SÃO LUIS E A FAMOSA PONTEE
plutoxfierro
6.0★ · 09/12/23

Definitivamente não foi no dedo no cu e gritaria que eu esperava ver a avó brasileira da atriz Mia goth atuando pela primeira vez
Definitivamente não foi no dedo no cu e gritaria que eu esperava ver a avó brasileira da atriz Mia goth atuando pela primeira vez
ruffles
4.7★ · 08/02/25
