

1986·Science Fiction·1h 58m
7.2
★





























When a huge alien probe enters the galaxy and begins to vaporize Earth's oceans, Kirk and his crew must travel back in time in order to bring back whales and save the planet.
Directed by Leonard Nimoy
spacecraft
saving the world
teleportation
san francisco, california
starship
whale
marine biologist
uss enterprise-a
time travel
humpback whale
space opera
nostalgic
whaling ship
philosophical
aircraft carrier
outer space
playful
space probe
cloaking device
inspirational
lighthearted
grand
didactic
sentimental
hilarious
adoring
amused
appreciative
approving
celebratory
compassionate
exhilarated
exuberant
informative
sympathetic
Rank
#21 in 1986·#2239 overall

Trailer

IMDB
N/A
Where to Watch



Cast

William Shatner
Admiral James T. Kirk

Leonard Nimoy
Captain Spock

DeForest Kelley
Dr. Leonard 'Bones' McCoy

James Doohan
Captain Montgomery 'Scotty' Scott

George Takei
Cmdr. Hikaru Sulu

Walter Koenig
Cmdr. Pavel Chekov

Nichelle Nichols
Cmdr. Uhura

Mark Lenard
Sarek

Jane Wyatt
Amanda

Majel Barrett
Commander Chapel

Robert Ellenstein
Federation Council President

John Schuck
Klingon Ambassador
Crew

Leonard Nimoy
Director

Nicholas Meyer
Screenplay

Harve Bennett
Screenplay

Leonard Rosenman
Original Music Composer

Donald Peterman
Director of Photography

Harve Bennett
Producer

Ralph Winter
Executive Producer

Jeff Dawn
Makeup Artist

Mark Mangini
Sound Effects

Eddie Hice
Stunts

Ralph McQuarrie
Visual Effects

Alan Howarth
Sound Effects
Popular Reviews
255 reviews
William Shatner 2.0
10.0★ · 06/29/26

I know I watched this quite recently, but I saw that I was coming up in my 700th film of the year so I wanted it to be something really special… and this was it. I still absolutely love it, it’s one of my very favourite films of all time, I could watch if over and over again and still love it just as much every time!
I know I watched this quite recently, but I saw that I was coming up in my 700th film of the year so I wanted it to be something really special… and this was it. I still absolutely love it, it’s one of my very favourite films of all time, I could watch if over and over again and still love it just as much every time!
William Shatner 2.0
10.0★ · 06/19/26

One of my favourite Sci-fi films of all time, it’s truly magnificent!
One of my favourite Sci-fi films of all time, it’s truly magnificent!
Ray
8.0★ · 06/03/26

soggy stupid in san francisco
soggy stupid in san francisco
maria
9.0★ · 05/01/26

um filme em que eles literalmente viajam no tempo até 1986 e o plot é basicamente ligado ao motivo de que a terra vai se acabar por causa de uma sonda que ameaça o fato de que não há mais baleias corcundas no planeta. meu deus, sem dúvidas o filme mais aleatório que eu já vi na minha vida e me surpreende ainda mais ele ser do próprio universo de Star Trek, mas nada é normal aqui, e eu amo isso. amo o fato de que o filme tem bastante piadas com relação a eles serem totalmente fora de época e spock está meio desmemoriado e kirk tentando desesperadamente que ele se lembre mais sobre quem ele é e sobre a amizade dos dois, sinceramente, uma das melhores duplas da ficção.
se o terceiro filme ainda carregava o peso emocional e político da perda, esse aqui faz algo que, à primeira vista, parece quase ousado demais: se permite ser leve… completamente maluco e idealista. a mudança de tom é imediata e, pra muita gente, até desconcertante. depois de uma abertura que ainda ecoa as consequências do filme anterior, a narrativa dá uma guinada e se transforma em uma aventura de viagem no tempo com forte inclinação cômica. no fundo, Star Trek nunca foi só sobre tensão, guerra ou dilemas existenciais densos, sempre foi sobre ideias. aqui, a ideia central é surpreendentemente simples e que eles já fizeram antes até mesmo na série: salvar o futuro exige entender o passado.
a premissa sendo uma sonda alienígena que ameaça a Terra ao tentar se comunicar com uma espécie extinta poderia facilmente ser tratada como mais um conflito épico. mas o filme escolhe outro caminho. em vez de batalhas espaciais, temos uma missão quase absurda: voltar ao século XX para encontrar baleias. o filme levanta uma pergunta incômoda por trás do humor: e se aquilo que destruímos hoje for essencial amanhã?
e tudo isso é conduzido com uma leveza surpreendente. grande parte do charme do filme vem do choque cultural. EU AMO ver James Kirk tentando se adaptar ao cotidiano dos anos 80 mas é Spock quem rouba a cena. a lógica vulcana, colocada em contraste com gírias, costumes e comportamentos humanos da época, cria momentos genuinamente cômicos. o humor aqui não diminui os personagens; pelo contrário, humaniza ainda mais. a tripulação da Enterprise funciona como uma família deslocada no tempo, e essa dinâmica dá ao filme um calor que poucos capítulos da franquia alcançam. uma sensação constante de companheirismo, de união, mesmo que isso envolva situações completamente improváveis.
e talvez o mais interessante seja como o filme equilibra tudo isso sem perder sua identidade. por mais leve que pareça, The Voyage Home continua sendo uma obra sobre responsabilidade coletiva, sobre as consequências das nossas escolhas e sobre a relação entre humanidade e natureza. amei a mensagem de ecologia! sou uma grande fã de biologia e ambientalismo.
depois de dois filmes mais densos, essa abordagem funciona quase como um alívio emocional. não é um alívio vazio e sim um lembrete de que nem toda mensagem precisa vir carregada de peso para ser significativa. as vezes, a leveza é justamente o que permite que a mensagem chegue mais longe. adorei finalizar essa “mini trilogia” dentro dos filmes de star trek.
se o terceiro filme ainda carregava o peso emocional e político da perda, esse aqui faz algo que, à primeira vista, parece quase ousado demais: se permite ser leve… completamente maluco e idealista. a mudança de tom é imediata e, pra muita gente, até desconcertante. depois de uma abertura que ainda ecoa as consequências do filme anterior, a narrativa dá uma guinada e se transforma em uma aventura de viagem no tempo com forte inclinação cômica. no fundo, Star Trek nunca foi só sobre tensão, guerra ou dilemas existenciais densos, sempre foi sobre ideias. aqui, a ideia central é surpreendentemente simples e que eles já fizeram antes até mesmo na série: salvar o futuro exige entender o passado.
a premissa sendo uma sonda alienígena que ameaça a Terra ao tentar se comunicar com uma espécie extinta poderia facilmente ser tratada como mais um conflito épico. mas o filme escolhe outro caminho. em vez de batalhas espaciais, temos uma missão quase absurda: voltar ao século XX para encontrar baleias. o filme levanta uma pergunta incômoda por trás do humor: e se aquilo que destruímos hoje for essencial amanhã?
e tudo isso é conduzido com uma leveza surpreendente. grande parte do charme do filme vem do choque cultural. EU AMO ver James Kirk tentando se adaptar ao cotidiano dos anos 80 mas é Spock quem rouba a cena. a lógica vulcana, colocada em contraste com gírias, costumes e comportamentos humanos da época, cria momentos genuinamente cômicos. o humor aqui não diminui os personagens; pelo contrário, humaniza ainda mais. a tripulação da Enterprise funciona como uma família deslocada no tempo, e essa dinâmica dá ao filme um calor que poucos capítulos da franquia alcançam. uma sensação constante de companheirismo, de união, mesmo que isso envolva situações completamente improváveis.
e talvez o mais interessante seja como o filme equilibra tudo isso sem perder sua identidade. por mais leve que pareça, The Voyage Home continua sendo uma obra sobre responsabilidade coletiva, sobre as consequências das nossas escolhas e sobre a relação entre humanidade e natureza. amei a mensagem de ecologia! sou uma grande fã de biologia e ambientalismo.
depois de dois filmes mais densos, essa abordagem funciona quase como um alívio emocional. não é um alívio vazio e sim um lembrete de que nem toda mensagem precisa vir carregada de peso para ser significativa. as vezes, a leveza é justamente o que permite que a mensagem chegue mais longe. adorei finalizar essa “mini trilogia” dentro dos filmes de star trek.
um filme em que eles literalmente viajam no tempo até 1986 e o plot é basicamente ligado ao motivo de que a terra vai se acabar por causa de uma sonda que ameaça o fato de que não há mais baleias corcundas no planeta. meu deus, sem dúvidas o filme mais aleatório que eu já vi na minha vida e me surpreende ainda mais ele ser do próprio universo de Star Trek, mas nada é normal aqui, e eu amo isso. amo o fato de que o filme tem bastante piadas com relação a eles serem totalmente fora de época e spock está meio desmemoriado e kirk tentando desesperadamente que ele se lembre mais sobre quem ele é e sobre a amizade dos dois, sinceramente, uma das melhores duplas da ficção.
se o terceiro filme ainda carregava o peso emocional e político da perda, esse aqui faz algo que, à primeira vista, parece quase ousado demais: se permite ser leve… completamente maluco e idealista. a mudança de tom é imediata e, pra muita gente, até desconcertante. depois de uma abertura que ainda ecoa as consequências do filme anterior, a narrativa dá uma guinada e se transforma em uma aventura de viagem no tempo com forte inclinação cômica. no fundo, Star Trek nunca foi só sobre tensão, guerra ou dilemas existenciais densos, sempre foi sobre ideias. aqui, a ideia central é surpreendentemente simples e que eles já fizeram antes até mesmo na série: salvar o futuro exige entender o passado.
a premissa sendo uma sonda alienígena que ameaça a Terra ao tentar se comunicar com uma espécie extinta poderia facilmente ser tratada como mais um conflito épico. mas o filme escolhe outro caminho. em vez de batalhas espaciais, temos uma missão quase absurda: voltar ao século XX para encontrar baleias. o filme levanta uma pergunta incômoda por trás do humor: e se aquilo que destruímos hoje for essencial amanhã?
e tudo isso é conduzido com uma leveza surpreendente. grande parte do charme do filme vem do choque cultural. EU AMO ver James Kirk tentando se adaptar ao cotidiano dos anos 80 mas é Spock quem rouba a cena. a lógica vulcana, colocada em contraste com gírias, costumes e comportamentos humanos da época, cria momentos genuinamente cômicos. o humor aqui não diminui os personagens; pelo contrário, humaniza ainda mais. a tripulação da Enterprise funciona como uma família deslocada no tempo, e essa dinâmica dá ao filme um calor que poucos capítulos da franquia alcançam. uma sensação constante de companheirismo, de união, mesmo que isso envolva situações completamente improváveis.
e talvez o mais interessante seja como o filme equilibra tudo isso sem perder sua identidade. por mais leve que pareça, The Voyage Home continua sendo uma obra sobre responsabilidade coletiva, sobre as consequências das nossas escolhas e sobre a relação entre humanidade e natureza. amei a mensagem de ecologia! sou uma grande fã de biologia e ambientalismo.
depois de dois filmes mais densos, essa abordagem funciona quase como um alívio emocional. não é um alívio vazio e sim um lembrete de que nem toda mensagem precisa vir carregada de peso para ser significativa. as vezes, a leveza é justamente o que permite que a mensagem chegue mais longe. adorei finalizar essa “mini trilogia” dentro dos filmes de star trek.
se o terceiro filme ainda carregava o peso emocional e político da perda, esse aqui faz algo que, à primeira vista, parece quase ousado demais: se permite ser leve… completamente maluco e idealista. a mudança de tom é imediata e, pra muita gente, até desconcertante. depois de uma abertura que ainda ecoa as consequências do filme anterior, a narrativa dá uma guinada e se transforma em uma aventura de viagem no tempo com forte inclinação cômica. no fundo, Star Trek nunca foi só sobre tensão, guerra ou dilemas existenciais densos, sempre foi sobre ideias. aqui, a ideia central é surpreendentemente simples e que eles já fizeram antes até mesmo na série: salvar o futuro exige entender o passado.
a premissa sendo uma sonda alienígena que ameaça a Terra ao tentar se comunicar com uma espécie extinta poderia facilmente ser tratada como mais um conflito épico. mas o filme escolhe outro caminho. em vez de batalhas espaciais, temos uma missão quase absurda: voltar ao século XX para encontrar baleias. o filme levanta uma pergunta incômoda por trás do humor: e se aquilo que destruímos hoje for essencial amanhã?
e tudo isso é conduzido com uma leveza surpreendente. grande parte do charme do filme vem do choque cultural. EU AMO ver James Kirk tentando se adaptar ao cotidiano dos anos 80 mas é Spock quem rouba a cena. a lógica vulcana, colocada em contraste com gírias, costumes e comportamentos humanos da época, cria momentos genuinamente cômicos. o humor aqui não diminui os personagens; pelo contrário, humaniza ainda mais. a tripulação da Enterprise funciona como uma família deslocada no tempo, e essa dinâmica dá ao filme um calor que poucos capítulos da franquia alcançam. uma sensação constante de companheirismo, de união, mesmo que isso envolva situações completamente improváveis.
e talvez o mais interessante seja como o filme equilibra tudo isso sem perder sua identidade. por mais leve que pareça, The Voyage Home continua sendo uma obra sobre responsabilidade coletiva, sobre as consequências das nossas escolhas e sobre a relação entre humanidade e natureza. amei a mensagem de ecologia! sou uma grande fã de biologia e ambientalismo.
depois de dois filmes mais densos, essa abordagem funciona quase como um alívio emocional. não é um alívio vazio e sim um lembrete de que nem toda mensagem precisa vir carregada de peso para ser significativa. as vezes, a leveza é justamente o que permite que a mensagem chegue mais longe. adorei finalizar essa “mini trilogia” dentro dos filmes de star trek.
Brendon
7.0★ · 03/28/26

So, I was missing out.> Who is more embarrassing: a conservative Star Wars fan, or a conservative Trekkie?This is my first Star Trek anything, and if a Trekkie were to judge me for not watching nayhting beforehand, jsut know that my friend picked this one for me to watch, and she's a fan, so I trust her; I also want to know what my friends are talking about so I don't stay idle.
This was a pretty great introduction. I would have rated this higher if I had prior knowledge of these characters, as opposed to piecing together the events of 2 and 3. While the first act was me mostly inferring knowledge, once the main story kicked off, I was thoroughly engaged. I was afraid this would be like 'Woman Woman 1984', where the fish-out-of-water stuff got irritating, but it led to some great comedic bits. The stakes were felt, and they utilized the settings to create fun set pieces for drama.
Honestly, I don't know why I didn't try to watch anything Trek before this. Perhaps, of how burnt out I was from Star Wars back when 'Rise of Skywalker' came out (I haven't seen a Star Wars movie since), but I'm definitely going to go through this series. I'll most likely check out the episodes my friends recommended me, and then the movies with the original cast.
This was a treat, and I will say it's closer to a 4 than a 3.
So, I was missing out.> Who is more embarrassing: a conservative Star Wars fan, or a conservative Trekkie?This is my first Star Trek anything, and if a Trekkie were to judge me for not watching nayhting beforehand, jsut know that my friend picked this one for me to watch, and she's a fan, so I trust her; I also want to know what my friends are talking about so I don't stay idle.
This was a pretty great introduction. I would have rated this higher if I had prior knowledge of these characters, as opposed to piecing together the events of 2 and 3. While the first act was me mostly inferring knowledge, once the main story kicked off, I was thoroughly engaged. I was afraid this would be like 'Woman Woman 1984', where the fish-out-of-water stuff got irritating, but it led to some great comedic bits. The stakes were felt, and they utilized the settings to create fun set pieces for drama.
Honestly, I don't know why I didn't try to watch anything Trek before this. Perhaps, of how burnt out I was from Star Wars back when 'Rise of Skywalker' came out (I haven't seen a Star Wars movie since), but I'm definitely going to go through this series. I'll most likely check out the episodes my friends recommended me, and then the movies with the original cast.
This was a treat, and I will say it's closer to a 4 than a 3.