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1977·Crime·2h 1m
7.1
Story of Brazilian bank-robber Lúcio Flávio, who fascinated some people in Rio de Janeiro during the 1970s for his bold robberies and spectacular escapes, and also because he was thought to be intelligent and "politically aware". Before dying, he disclosed a network of corruption in Brazilian Police, and its involvement with the infamous "Death Squad" of the time, a group of policemen who went about killing criminals without giving them a fair trial.
Directed by Héctor Babenco
fugitive
dirty cop
bank robbery

Cast

Reginaldo Faria
Reginaldo Faria
Lúcio Flávio
Ana Maria Magalhães
Ana Maria Magalhães
Janice
Paulo César Peréio
Paulo César Peréio
Moretti
Milton Gonçalves
Milton Gonçalves
132
Ivan Cândido
Ivan Cândido
Bechara
Ivan de Almeida
Ivan de Almeida
Liece de Paula
Marcus Vinícius
Marcus Vinícius
Micuçu
Ivan Setta
Ivan Setta
Fernando
Lady Francisco
Lady Francisco
Lígia
Carlos Wilson
Carlos Wilson
Carcará
Grande Otelo
Grande Otelo
Dondinho
Érico Vidal
Érico Vidal
Klaus

Crew

Héctor Babenco
Héctor Babenco
Director
Héctor Babenco
Héctor Babenco
Writer

Popular Reviews

9 reviews
mynzx
mynzx
Lucio Flavio
eu amei mto, o áudio é péssimo mas fora isso o filme é ótimo
eu amei mto, o áudio é péssimo mas fora isso o filme é ótimo
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Renan Pacheco
Renan Pacheco
Lucio Flavio
Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia constrói a trajetória de um personagem que nasce da violência e, mesmo quando tenta se afastar dela, nunca consegue realmente escapar. Existe uma sensação constante de inevitabilidade, como se qualquer tentativa de mudança já estivesse condenada desde o início.

O filme ganha força ao inserir essa trajetória dentro do contexto da ditadura, onde a violência não é exceção, mas método. A tortura aparece como instrumento recorrente, legitimado por um sistema que opera à margem de qualquer moralidade, revelando um ambiente em que o poder se sustenta pela força e pelo medo.

Nesse cenário, crime, polícia e mídia atuam em conluio. Não há fronteiras claras entre legalidade e ilegalidade, apenas interesses. Lúcio Flávio e sua gangue deixam de ser apenas criminosos e passam a ser peças dentro de um jogo maior, explorados enquanto úteis e descartados quando conveniente.

Essa estrutura reforça o caráter trágico da narrativa. Não há romantização nem possibilidade real de saída. A violência deixa de ser escolha e se torna destino, não apenas individual, mas resultado de um sistema que consome tudo ao seu redor.
Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia constrói a trajetória de um personagem que nasce da violência e, mesmo quando tenta se afastar dela, nunca consegue realmente escapar. Existe uma sensação constante de inevitabilidade, como se qualquer tentativa de mudança já estivesse condenada desde o início.

O filme ganha força ao inserir essa trajetória dentro do contexto da ditadura, onde a violência não é exceção, mas método. A tortura aparece como instrumento recorrente, legitimado por um sistema que opera à margem de qualquer moralidade, revelando um ambiente em que o poder se sustenta pela força e pelo medo.

Nesse cenário, crime, polícia e mídia atuam em conluio. Não há fronteiras claras entre legalidade e ilegalidade, apenas interesses. Lúcio Flávio e sua gangue deixam de ser apenas criminosos e passam a ser peças dentro de um jogo maior, explorados enquanto úteis e descartados quando conveniente.

Essa estrutura reforça o caráter trágico da narrativa. Não há romantização nem possibilidade real de saída. A violência deixa de ser escolha e se torna destino, não apenas individual, mas resultado de um sistema que consome tudo ao seu redor.
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Julia
Julia
Lucio Flavio
Todo lúcio age assim
Todo lúcio age assim
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Davizinho
Davizinho
Lucio Flavio
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Davi Fabri
Davi Fabri
Lucio Flavio
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