Um filme que respeita ao máximo a monumentalidade e a teatralidade da obra que a inspirou. Os rostos caricatos quase que esculpidos, as poses vindas das próprias estátuas e uma construção trágica de um falso vilão. Apesar de se chamar Julio César, o filme se parece mais com o retrado do drama de Brutos que ao mesmo tempo que ama Cesar com quem dividiu sua vida inteira também o teme em sua posição de poder.
As atuações são boas e não pretendem em nenhum momento serem realistas ou comedidas, Marlon Brando entrega um dos monólogos mais potentes do filme representando uma figura tão diversa quanto Cesar. Lógico que até respeitando a ordem da peça de Shakespeare, a batalha em Filipo só ocupa os ultimos minutos, mas esse filme não é sobre batalhas apenas.
Não tenho problema nenhum com qualquer anacronismo nas estatuas, roupas, armas, etc.
Um filme que respeita ao máximo a monumentalidade e a teatralidade da obra que a inspirou. Os rostos caricatos quase que esculpidos, as poses vindas das próprias estátuas e uma construção trágica de um falso vilão. Apesar de se chamar Julio César, o filme se parece mais com o retrado do drama de Brutos que ao mesmo tempo que ama Cesar com quem dividiu sua vida inteira também o teme em sua posição de poder.
As atuações são boas e não pretendem em nenhum momento serem realistas ou comedidas, Marlon Brando entrega um dos monólogos mais potentes do filme representando uma figura tão diversa quanto Cesar. Lógico que até respeitando a ordem da peça de Shakespeare, a batalha em Filipo só ocupa os ultimos minutos, mas esse filme não é sobre batalhas apenas.
Não tenho problema nenhum com qualquer anacronismo nas estatuas, roupas, armas, etc.