
The Woman of Everyone
1969·Fantasy·1h 33m
7.1
★






Ângela Carne e Osso (Angela Meat and Bone), a young nymphomaniac, lives surrounded by delinquents, and exerts intense allure on them, dominating them all with her erotic power.
Directed by Rogério Sganzerla
eroticism
nymphomaniac
jevenile delinquency

Trailer

IMDB
N/A
Cast

Helena Ignez
Ângela Carne e Osso

Jô Soares
Doktor Plirtz

Stênio Garcia
Flávio Azteca

Paulo Villaça
Ramon

Antônio Pitanga
Vampiro

Thelma Reston
Tourist

Abrahão Farc
Tourist

Renato Machado
Narrator (voice)
Crew

Rogério Sganzerla
Director

Rogério Sganzerla
Writer

Rogério Sganzerla
Producer

Rogério Sganzerla
Costume Design

Rogério Sganzerla
Production Design

Andrea Tonacci
Art Direction

Egídio Eccio
Story
Popular Reviews
21 reviews
VictorPRO
10.0★ · 04/19/26

A Mulher de Todos (1969)
Afinal, o que é estar marginalizado?
O que é ser um cinema marginalizado? Pior: marginal. Mais sujo, poeira e barulho, manchas, mais imoral. Que vive apenas para ser usado, assistido, mas que vive tal como retrato do cinema e, para lá, mais longe, maior: o mundo.
O "ser" do ser marginal não é mais o mesmo do ser cinema. Ser cinema marginal. Pois o ser marginal é o ser que corrompe, e o do ser cinema é aquele que vem da existencia da essência do cinema. A essencia do cinema marginal se sobressai ao cinema corrupto.
O cinema é sujo e é imoral por essência. Ele não pode ser mais sujo, mais imoral; ele só pode ser mais frontal. Ele só pode mostrar mais. Mais violência física e moral, mais sujeira, mais depravação.
Ele, cinema, tem que esconder suas características para ser limpo. Mas quem quer um cinema limpo e corrupto? Eu quero um cinema sujo e honesto. Mais sujo, mais afrontoso, mais ideias. De revolução, de montar revoluções montando imagens. Mais honesto e de dominações físicas, morais, de classe. De imagens de ideias e vice versa.
O cinema marginal dos marginais da sociedade é o cinema honesto da sociedade. É a honestidade daqueles que antes estavam sempre longe da câmera e agora são eles, a câmera, que os faz honestos.
A pureza na impureza, a beleza na imagem, a clareza no som abafado.
Sganzerla.
Afinal, o que é estar marginalizado?
O que é ser um cinema marginalizado? Pior: marginal. Mais sujo, poeira e barulho, manchas, mais imoral. Que vive apenas para ser usado, assistido, mas que vive tal como retrato do cinema e, para lá, mais longe, maior: o mundo.
O "ser" do ser marginal não é mais o mesmo do ser cinema. Ser cinema marginal. Pois o ser marginal é o ser que corrompe, e o do ser cinema é aquele que vem da existencia da essência do cinema. A essencia do cinema marginal se sobressai ao cinema corrupto.
O cinema é sujo e é imoral por essência. Ele não pode ser mais sujo, mais imoral; ele só pode ser mais frontal. Ele só pode mostrar mais. Mais violência física e moral, mais sujeira, mais depravação.
Ele, cinema, tem que esconder suas características para ser limpo. Mas quem quer um cinema limpo e corrupto? Eu quero um cinema sujo e honesto. Mais sujo, mais afrontoso, mais ideias. De revolução, de montar revoluções montando imagens. Mais honesto e de dominações físicas, morais, de classe. De imagens de ideias e vice versa.
O cinema marginal dos marginais da sociedade é o cinema honesto da sociedade. É a honestidade daqueles que antes estavam sempre longe da câmera e agora são eles, a câmera, que os faz honestos.
A pureza na impureza, a beleza na imagem, a clareza no som abafado.
Sganzerla.
A Mulher de Todos (1969)
Afinal, o que é estar marginalizado?
O que é ser um cinema marginalizado? Pior: marginal. Mais sujo, poeira e barulho, manchas, mais imoral. Que vive apenas para ser usado, assistido, mas que vive tal como retrato do cinema e, para lá, mais longe, maior: o mundo.
O "ser" do ser marginal não é mais o mesmo do ser cinema. Ser cinema marginal. Pois o ser marginal é o ser que corrompe, e o do ser cinema é aquele que vem da existencia da essência do cinema. A essencia do cinema marginal se sobressai ao cinema corrupto.
O cinema é sujo e é imoral por essência. Ele não pode ser mais sujo, mais imoral; ele só pode ser mais frontal. Ele só pode mostrar mais. Mais violência física e moral, mais sujeira, mais depravação.
Ele, cinema, tem que esconder suas características para ser limpo. Mas quem quer um cinema limpo e corrupto? Eu quero um cinema sujo e honesto. Mais sujo, mais afrontoso, mais ideias. De revolução, de montar revoluções montando imagens. Mais honesto e de dominações físicas, morais, de classe. De imagens de ideias e vice versa.
O cinema marginal dos marginais da sociedade é o cinema honesto da sociedade. É a honestidade daqueles que antes estavam sempre longe da câmera e agora são eles, a câmera, que os faz honestos.
A pureza na impureza, a beleza na imagem, a clareza no som abafado.
Sganzerla.
Afinal, o que é estar marginalizado?
O que é ser um cinema marginalizado? Pior: marginal. Mais sujo, poeira e barulho, manchas, mais imoral. Que vive apenas para ser usado, assistido, mas que vive tal como retrato do cinema e, para lá, mais longe, maior: o mundo.
O "ser" do ser marginal não é mais o mesmo do ser cinema. Ser cinema marginal. Pois o ser marginal é o ser que corrompe, e o do ser cinema é aquele que vem da existencia da essência do cinema. A essencia do cinema marginal se sobressai ao cinema corrupto.
O cinema é sujo e é imoral por essência. Ele não pode ser mais sujo, mais imoral; ele só pode ser mais frontal. Ele só pode mostrar mais. Mais violência física e moral, mais sujeira, mais depravação.
Ele, cinema, tem que esconder suas características para ser limpo. Mas quem quer um cinema limpo e corrupto? Eu quero um cinema sujo e honesto. Mais sujo, mais afrontoso, mais ideias. De revolução, de montar revoluções montando imagens. Mais honesto e de dominações físicas, morais, de classe. De imagens de ideias e vice versa.
O cinema marginal dos marginais da sociedade é o cinema honesto da sociedade. É a honestidade daqueles que antes estavam sempre longe da câmera e agora são eles, a câmera, que os faz honestos.
A pureza na impureza, a beleza na imagem, a clareza no som abafado.
Sganzerla.
Joao Luca
9.0★ · 02/25/26

Gosto muito do humor e em como a montagem do Sganzerla consegue dar o tom ao filme. Comparado ao Bandido da Luz Vermelha (1968) esse filme é quase uma parodia da experiencia do paulista quando desce pro litoral.
Por fim, saudades Jô Soares.
Por fim, saudades Jô Soares.
Gosto muito do humor e em como a montagem do Sganzerla consegue dar o tom ao filme. Comparado ao Bandido da Luz Vermelha (1968) esse filme é quase uma parodia da experiencia do paulista quando desce pro litoral.
Por fim, saudades Jô Soares.
Por fim, saudades Jô Soares.
Zouiten
9.0★ · 10/27/25

There is nothing wrong with this woman, I say!!
There is nothing wrong with this woman, I say!!
Uriel
7.0★ · 05/05/25

"o weekend do homem medíocre e da vampira histérica!"
"o weekend do homem medíocre e da vampira histérica!"
Enrico
10.0★ · 08/17/23

brasileiro-marciano
brasileiro-marciano