The Woman of Everyone backdrop

The Woman of Everyone

1969·Fantasy·1h 33m
7.1
Ângela Carne e Osso (Angela Meat and Bone), a young nymphomaniac, lives surrounded by delinquents, and exerts intense allure on them, dominating them all with her erotic power.
Directed by Rogério Sganzerla
eroticism
nymphomaniac
jevenile delinquency

Cast

Helena Ignez
Helena Ignez
Ângela Carne e Osso
Jô Soares
Jô Soares
Doktor Plirtz
Stênio Garcia
Stênio Garcia
Flávio Azteca
Paulo Villaça
Paulo Villaça
Ramon
Antônio Pitanga
Antônio Pitanga
Vampiro
Thelma Reston
Thelma Reston
Tourist
Abrahão Farc
Abrahão Farc
Tourist
Renato Machado
Renato Machado
Narrator (voice)

Crew

Rogério Sganzerla
Rogério Sganzerla
Director
Rogério Sganzerla
Rogério Sganzerla
Writer
Rogério Sganzerla
Rogério Sganzerla
Producer
Rogério Sganzerla
Rogério Sganzerla
Costume Design
Rogério Sganzerla
Rogério Sganzerla
Production Design
Andrea Tonacci
Andrea Tonacci
Art Direction
Egídio Eccio
Egídio Eccio
Story

Popular Reviews

21 reviews
Victor
VictorPRO
The Woman of Everyone
A Mulher de Todos (1969)

​Afinal, o que é estar marginalizado?

​O que é ser um cinema marginalizado? Pior: marginal. Mais sujo, poeira e barulho, manchas, mais imoral. Que vive apenas para ser usado, assistido, mas que vive tal como retrato do cinema e, para lá, mais longe, maior: o mundo.

​O "ser" do ser marginal não é mais o mesmo do ser cinema. Ser cinema marginal. Pois o ser marginal é o ser que corrompe, e o do ser cinema é aquele que vem da existencia da essência do cinema. A essencia do cinema marginal se sobressai ao cinema corrupto.

​O cinema é sujo e é imoral por essência. Ele não pode ser mais sujo, mais imoral; ele só pode ser mais frontal. Ele só pode mostrar mais. Mais violência física e moral, mais sujeira, mais depravação.

​Ele, cinema, tem que esconder suas características para ser limpo. Mas quem quer um cinema limpo e corrupto? Eu quero um cinema sujo e honesto. Mais sujo, mais afrontoso, mais ideias. De revolução, de montar revoluções montando imagens. Mais honesto e de dominações físicas, morais, de classe. De imagens de ideias e vice versa.

​O cinema marginal dos marginais da sociedade é o cinema honesto da sociedade. É a honestidade daqueles que antes estavam sempre longe da câmera e agora são eles, a câmera, que os faz honestos.

​A pureza na impureza, a beleza na imagem, a clareza no som abafado.

​Sganzerla.
A Mulher de Todos (1969)

​Afinal, o que é estar marginalizado?

​O que é ser um cinema marginalizado? Pior: marginal. Mais sujo, poeira e barulho, manchas, mais imoral. Que vive apenas para ser usado, assistido, mas que vive tal como retrato do cinema e, para lá, mais longe, maior: o mundo.

​O "ser" do ser marginal não é mais o mesmo do ser cinema. Ser cinema marginal. Pois o ser marginal é o ser que corrompe, e o do ser cinema é aquele que vem da existencia da essência do cinema. A essencia do cinema marginal se sobressai ao cinema corrupto.

​O cinema é sujo e é imoral por essência. Ele não pode ser mais sujo, mais imoral; ele só pode ser mais frontal. Ele só pode mostrar mais. Mais violência física e moral, mais sujeira, mais depravação.

​Ele, cinema, tem que esconder suas características para ser limpo. Mas quem quer um cinema limpo e corrupto? Eu quero um cinema sujo e honesto. Mais sujo, mais afrontoso, mais ideias. De revolução, de montar revoluções montando imagens. Mais honesto e de dominações físicas, morais, de classe. De imagens de ideias e vice versa.

​O cinema marginal dos marginais da sociedade é o cinema honesto da sociedade. É a honestidade daqueles que antes estavam sempre longe da câmera e agora são eles, a câmera, que os faz honestos.

​A pureza na impureza, a beleza na imagem, a clareza no som abafado.

​Sganzerla.
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Joao Luca
Joao Luca
The Woman of Everyone
Gosto muito do humor e em como a montagem do Sganzerla consegue dar o tom ao filme. Comparado ao Bandido da Luz Vermelha (1968) esse filme é quase uma parodia da experiencia do paulista quando desce pro litoral.
Por fim, saudades Jô Soares.
Gosto muito do humor e em como a montagem do Sganzerla consegue dar o tom ao filme. Comparado ao Bandido da Luz Vermelha (1968) esse filme é quase uma parodia da experiencia do paulista quando desce pro litoral.
Por fim, saudades Jô Soares.
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Zouiten
Zouiten
The Woman of Everyone
There is nothing wrong with this woman, I say!!
There is nothing wrong with this woman, I say!!
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Uriel
Uriel
The Woman of Everyone
"o weekend do homem medíocre e da vampira histérica!"
"o weekend do homem medíocre e da vampira histérica!"
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Enrico
Enrico
The Woman of Everyone
brasileiro-marciano
brasileiro-marciano
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