The Island of Prohibited Pleasures backdrop

The Island of Prohibited Pleasures

1979·Drama·1h 36m
7.1
There's the continent ruled by a repressive government and there's an island where political activists of the continent take refuge on running away from the continent's police. This island is their last stand – there they live in a way not possible in the continent – free love, no possessions, brotherhood… In the continent, a killer is sent to the island to kill the revolutionary leaders. The killer is a woman , Ana (Neide Ribeiro). She will go there as a journalist sent there to interview the leaders of the movement. On arriving to the island, she will find out that things were much different from what she expected. Will Ana be involved by the "island of forbidden pleasures." Will she fulfill her mission?
Directed by Carlos Reichenbach

Cast

Neide Ribeiro
Neide Ribeiro
Ana Medeiros
Roberto Miranda
Roberto Miranda
Sérgio Lacerda
Fernando Benini
Fernando Benini
Nilo Baleeiro
Zilda Mayo
Zilda Mayo
Monique
Meiry Vieira
Meiry Vieira
Lia

Crew

Carlos Reichenbach
Carlos Reichenbach
Director
Carlos Reichenbach
Carlos Reichenbach
Writer
Walter Wanny
Walter Wanny
Editor
Carlos Reichenbach
Carlos Reichenbach
Cinematography

Popular Reviews

6 reviews
Gabriel
Gabriel
The Island of Prohibited Pleasures
Início muito bom da filmografia do diretor. Tenho boas expectativas para os próximos.
Início muito bom da filmografia do diretor. Tenho boas expectativas para os próximos.
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Joao Luca
Joao Luca
The Island of Prohibited Pleasures
Bizarro como um filme de 1979 consegue ser tabu até hoje, principalmente no que diz a respeito de sexualidade. Gosto de ter uma femme fatale como protagonista, mesmo com toda a apelação que o gênero de pornochanchada tem com o corpo feminino. Apesar disso algumas coisas são boas como a montagem, a utilização das músicas com o seu tom licérgico e o final é bem interessante. Como tudo que é um produto de seu tempo, não é o tipo de filme que todo mundo que assiste gosta.

Obs: escolheram só as melhores do John Lennon pra trilha sonora
Bizarro como um filme de 1979 consegue ser tabu até hoje, principalmente no que diz a respeito de sexualidade. Gosto de ter uma femme fatale como protagonista, mesmo com toda a apelação que o gênero de pornochanchada tem com o corpo feminino. Apesar disso algumas coisas são boas como a montagem, a utilização das músicas com o seu tom licérgico e o final é bem interessante. Como tudo que é um produto de seu tempo, não é o tipo de filme que todo mundo que assiste gosta.

Obs: escolheram só as melhores do John Lennon pra trilha sonora
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David Bacelar
David Bacelar
The Island of Prohibited Pleasures
Apesar de não ser fã do sexo gratuito da "pornochanchada" na obra de Carlos Reichenbach, eu não posso negar o repertório do diretor, com certeza uma surpresa conhecer melhor essa figura controversa.

Há coragem e um fator surreal em torno da ilha e seus misterios no enredo, mas é difícil se manter seguro das marcas do tempo, e a obra não pode resistir. Oque me impressiona no Cinema Marginal, que por teimosia nega admitir ter sido derivado do movimento Cinema Novo, é a poesia disruptiva presente em ambos os movimentos que nós bombardeia por praticamente todo o filme. Se vê muito do Cinema Novo em "A Ilha dos Prazeres Proibidos", oque separa os movimentos é o cru, o seco e seu tempero? A violência entre inimigos ou o sexo entre amantes, os fatores surgem com a ambição de confrontar o espectador, isso no Cinema Marginal. O Boca do Lixo se "vira" muito bem com produções de baixo orçamento, essa linguagem visceral e quase satírica é oque causa a ruptura entre os movimentos brasileiros, e dá o diferencial para todos os movimentos cinematográficos.

O ignoto Boca do Lixo, Cinema Marginal por Carlos Reichenbach.
"A Ilha dos Prazeres Proibidos" é um Thriller erótico que flerta com o suspense policial, mas só se mantém interessante pela direção talentosa e quase onírica de Carlos Reichenbach.
Apesar de não ser fã do sexo gratuito da "pornochanchada" na obra de Carlos Reichenbach, eu não posso negar o repertório do diretor, com certeza uma surpresa conhecer melhor essa figura controversa.

Há coragem e um fator surreal em torno da ilha e seus misterios no enredo, mas é difícil se manter seguro das marcas do tempo, e a obra não pode resistir. Oque me impressiona no Cinema Marginal, que por teimosia nega admitir ter sido derivado do movimento Cinema Novo, é a poesia disruptiva presente em ambos os movimentos que nós bombardeia por praticamente todo o filme. Se vê muito do Cinema Novo em "A Ilha dos Prazeres Proibidos", oque separa os movimentos é o cru, o seco e seu tempero? A violência entre inimigos ou o sexo entre amantes, os fatores surgem com a ambição de confrontar o espectador, isso no Cinema Marginal. O Boca do Lixo se "vira" muito bem com produções de baixo orçamento, essa linguagem visceral e quase satírica é oque causa a ruptura entre os movimentos brasileiros, e dá o diferencial para todos os movimentos cinematográficos.

O ignoto Boca do Lixo, Cinema Marginal por Carlos Reichenbach.
"A Ilha dos Prazeres Proibidos" é um Thriller erótico que flerta com o suspense policial, mas só se mantém interessante pela direção talentosa e quase onírica de Carlos Reichenbach.
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caue
caue
The Island of Prohibited Pleasures
trisal ao som de breathe(in the air)
trisal ao som de breathe(in the air)
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Leo
The Island of Prohibited Pleasures
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