Sansho the Bailiff toca em temas profundos sobre humanidade, moral e sofrimento. Ainda assim, tive dificuldade de me conectar de forma mais intensa com ele.
Muito disso vem da forma como Kenji Mizoguchi constrói a dor, de maneira mais silenciosa e distante, sem buscar impacto imediato ou catarse. É um sofrimento que se acumula, mas que raramente se expressa de forma direta.
Apesar de reconhecer a força do que está sendo contado, essa abordagem mais contida acabou criando uma barreira emocional para mim, me mantendo mais como observador do que realmente envolvido.
No fim, é um filme que respeito mais do que senti, justamente por escolher um caminho que privilegia a contemplação em vez da imersão.
Sansho the Bailiff toca em temas profundos sobre humanidade, moral e sofrimento. Ainda assim, tive dificuldade de me conectar de forma mais intensa com ele.
Muito disso vem da forma como Kenji Mizoguchi constrói a dor, de maneira mais silenciosa e distante, sem buscar impacto imediato ou catarse. É um sofrimento que se acumula, mas que raramente se expressa de forma direta.
Apesar de reconhecer a força do que está sendo contado, essa abordagem mais contida acabou criando uma barreira emocional para mim, me mantendo mais como observador do que realmente envolvido.
No fim, é um filme que respeito mais do que senti, justamente por escolher um caminho que privilegia a contemplação em vez da imersão.