

2008·Horror·1h 34m
7.1
★






Released from the Mental Health Wing of São Paulo State Penitentiary after forty years, the sadistic undertaker Zé do Caixão is back on the streets, haunted by ghostly visions and spirits of past victims but still set upon the goal that sent him to prison in the first place: finding a woman who can give him the perfect child.
Directed by José Mojica Marins
crucifixion
grave
sao paulo, brazil
cannibal

Trailer

IMDB
N/A
Where to Watch



Cast

José Mojica Marins
Zé do Caixão

Jece Valadão
Coronel Claudiomiro Pontes

Adriano Stuart
Capitão Oswaldo Pontes

Milhem Cortaz
Padre Eugênio

Rui Rezende
Bruno

José Celso Martinez Corrêa
Mistificador

Cristina Aché
Lucy Pontes

Helena Ignez
Cabíria

Débora Muniz
Lucrécia

Cleo de Paris
Dra. Hilda

Nara Sakarê
Elena

Giulio Lopes
Mário
Crew

José Mojica Marins
Director

José Mojica Marins
Writer

Paulo Sacramento
Editor

Débora Ivanov
Producer

Paulo Sacramento
Producer

André Abujamra
Music
Popular Reviews
6 reviews
Percy

"Imagens não morrem, capitão."
Aqui vemos Zé lutando contra seus próprios pecados enquanto cotinua na tentativa de perpetuar o sangue. O filme traz um tom condizente com a época, o que atualiza a trilogia, tendo quarenta anos de diferença do último para cá. Mesmo assim, o estilo trash, conhecido pela sua baixa qualidade, continua sendo utilizado, assim como elementos como horror com insetos, que vísceras expostas(ou o famoso body horror, horror corporal) e tudo o que vai contra a moral e os bons costumes, incluído assassinato e estupro. Jozefel, agora solto, continua enlutado pelo filho não nascido, por seu "amor", Laura, que mesmo com outras substitutas, como a personagem Hilda que aparece no meio do filme, é sempre lembrada. A outra, Elena, ainda não a supera, mesmo com o sucesso ao final. Sua religião é dez vezes mais explorada do que nos outros filmes, mostrando seres humanos como bichos insaciáveis, "como animais carniceiros" assim diz Zé, ao testemunhar um purgatório em estilo d'A Divina Comédia, onde a morte é personificada em mais uma de suas alucinações.
Aqui, concluímos as icônicas obras de Zé do Caixão como personagem principal, homem ruim por natureza.
"Imagens não morrem, capitão."
Aqui vemos Zé lutando contra seus próprios pecados enquanto cotinua na tentativa de perpetuar o sangue. O filme traz um tom condizente com a época, o que atualiza a trilogia, tendo quarenta anos de diferença do último para cá. Mesmo assim, o estilo trash, conhecido pela sua baixa qualidade, continua sendo utilizado, assim como elementos como horror com insetos, que vísceras expostas(ou o famoso body horror, horror corporal) e tudo o que vai contra a moral e os bons costumes, incluído assassinato e estupro. Jozefel, agora solto, continua enlutado pelo filho não nascido, por seu "amor", Laura, que mesmo com outras substitutas, como a personagem Hilda que aparece no meio do filme, é sempre lembrada. A outra, Elena, ainda não a supera, mesmo com o sucesso ao final. Sua religião é dez vezes mais explorada do que nos outros filmes, mostrando seres humanos como bichos insaciáveis, "como animais carniceiros" assim diz Zé, ao testemunhar um purgatório em estilo d'A Divina Comédia, onde a morte é personificada em mais uma de suas alucinações.
Aqui, concluímos as icônicas obras de Zé do Caixão como personagem principal, homem ruim por natureza.
Clarinha
8.0★ · 06/20/25

parabens ao mojica e todos os envolvidos
parabens ao mojica e todos os envolvidos
mari
8.0★ · 03/31/25

Se existisse um inferno, eu iria caminhando com meus próprios pés.
PUTA QUE PARIU absolute cinema
Se existisse um inferno, eu iria caminhando com meus próprios pés.
PUTA QUE PARIU absolute cinema
damfino196
8.0★ · 10/11/23

In my opinion, Coffin Joe is one of the all time best horror movie antagonists, way better than Freddy or Jason, maybe a step below Norman Bates or the Xenomorph. Jose Mojica Marins has a proper budget this time around, meaning this film is slick and polished compared to his other work, which made early John Waters look like it was shot by Roger Deakins. While it was a bit silly to begin with to see Coffin Joe in the modern day, you get used to it by the time he becomes a ruthless bastard like he was in the 60s. The time jump also means this film is much gorier, taking a lot of influence from the torture porn boom. To be honest I'm not much of a fan of those kinds of films (but love pretty much all other types of splatter films) so those were the least interesting parts to me but I'm glad Jose kept with the times.
In my opinion, Coffin Joe is one of the all time best horror movie antagonists, way better than Freddy or Jason, maybe a step below Norman Bates or the Xenomorph. Jose Mojica Marins has a proper budget this time around, meaning this film is slick and polished compared to his other work, which made early John Waters look like it was shot by Roger Deakins. While it was a bit silly to begin with to see Coffin Joe in the modern day, you get used to it by the time he becomes a ruthless bastard like he was in the 60s. The time jump also means this film is much gorier, taking a lot of influence from the torture porn boom. To be honest I'm not much of a fan of those kinds of films (but love pretty much all other types of splatter films) so those were the least interesting parts to me but I'm glad Jose kept with the times.
Andy EvaPRO
8.0★ · 07/20/26
