"Imagens não morrem, capitão."
Aqui vemos Zé lutando contra seus próprios pecados enquanto cotinua na tentativa de perpetuar o sangue. O filme traz um tom condizente com a época, o que atualiza a trilogia, tendo quarenta anos de diferença do último para cá. Mesmo assim, o estilo
trash, conhecido pela sua baixa qualidade, continua sendo utilizado, assim como elementos como horror com insetos, que vísceras expostas(ou o famoso
body horror, horror corporal) e tudo o que vai contra a moral e os bons costumes, incluído assassinato e estupro. Jozefel, agora solto, continua enlutado pelo filho não nascido, por seu "amor", Laura, que mesmo com outras substitutas, como a personagem Hilda que aparece no meio do filme, é sempre lembrada. A outra, Elena, ainda não a supera, mesmo com o sucesso ao final. Sua religião é dez vezes mais explorada do que nos outros filmes, mostrando seres humanos como bichos insaciáveis, "como animais carniceiros" assim diz Zé, ao testemunhar um purgatório em estilo d'A Divina Comédia, onde a morte é personificada em mais uma de suas alucinações.
Aqui, concluímos as icônicas obras de Zé do Caixão como personagem principal, homem ruim por natureza.