In the Name of Christ backdrop

In the Name of Christ

1993·Comedy·1h 20m
7.1
A West African pig farmer has a religious vision, wherein he is told that he'll be Magloire the First, a prophet of Christ. He then sets out to rid his local villagers of superstition and instead save them for Jesus.
Directed by Roger Gnoan M'Bala
pig
africa
religion
swine

Cast

Naky Sy Savane
Naky Sy Savane

Crew

Roger Gnoan M'Bala
Roger Gnoan M'Bala
Director
Roger Gnoan M'Bala
Roger Gnoan M'Bala
Writer
Mohammed Soudani
Mohammed Soudani
Director of Photography

Popular Reviews

16 reviews
SKTUD
SKTUD
In the Name of Christ
the film looks great, but the story could have been better. it was pretty funny at times but still not quite funny enough.
the film looks great, but the story could have been better. it was pretty funny at times but still not quite funny enough.
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Razoas
Razoas
In the Name of Christ
it's masked as a comedy but all together is just really surreal, but for the most part, 16mm is the way to go because the cinematography made this BEAUTIFUL
it's masked as a comedy but all together is just really surreal, but for the most part, 16mm is the way to go because the cinematography made this BEAUTIFUL
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Fredbear9906
Fredbear9906PRO
In the Name of Christ
Pretty solid commentary on the potential effects of religion in a society.
Pretty solid commentary on the potential effects of religion in a society.
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Zoë Westlund
Zoë Westlund
In the Name of Christ
Idk if comedy was the right descriptor for this, but an interesting commentary on how harmful religious herd mentality can be!
Idk if comedy was the right descriptor for this, but an interesting commentary on how harmful religious herd mentality can be!
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isabela
isabelaPRO
In the Name of Christ
É este o fundamento da crítica irreligiosa: o homem faz a religião, a religião não faz o homem. E a religião é de fato a autoconsciência e o sentimento de si do homem, que ou não se encontrou ainda ou voltou a se perder. Mas o Homem não é um ser abstrato, acocorado fora do mundo. O homem é o mundo do homem, o Estado, a sociedade. Este Estado e esta sociedade produzem a religião, uma consciência invertida do mundo, porque eles são um mundo invertido. A religião é a teoria geral deste mundo, o seu resumo enciclopédico, a sua lógica em forma popular, o seu point d'honneur espiritualista, o seu entusiasmo, a sua sanção moral, o seu complemento solene, a sua base geral de consolação e de justificação. É a realização fantástica da essência humana, porque a essência humana não possui verdadeira realidade. Por conseguinte, a luta contra a religião é, indiretamente, a luta contra aquele mundo cujo aroma espiritual é a religião.> A miséria religiosa constitui ao mesmo tempo a expressão da miséria real e o protesto contra a miséria real. A religião é o suspiro da criatura oprimida, o ânimo de um mundo sem coração e a alma de situações sem alma. A religião é o ópio do povo.> A abolição da religião enquanto felicidade ilusória dos homens é a exigência da sua felicidade real. O apelo para que abandonem as ilusões a respeito da sua condição é o apelo para abandonarem uma condição que precisa de ilusões. A crítica da religião é, pois, o germe da crítica do vale de lágrimas, do qual a religião é a auréola.> A crítica arrancou as flores imaginárias dos grilhões, não para que o homem os suporte sem fantasias ou consolo, mas para que lance fora os grilhões e a flor viva brote. A crítica da religião liberta o homem da ilusão, de modo que pense, atue e configure a sua realidade como homem que perdeu as ilusões e reconquistou a razão, a fim de que ele gire em torno de si mesmo e, assim, em volta do seu verdadeiro sol. A religião é apenas o sol ilusório que gira em volta do homem enquanto ele não circula em torno de si mesmo.— Marx em Crítica da Filosofia do Direito, de Hegel
É este o fundamento da crítica irreligiosa: o homem faz a religião, a religião não faz o homem. E a religião é de fato a autoconsciência e o sentimento de si do homem, que ou não se encontrou ainda ou voltou a se perder. Mas o Homem não é um ser abstrato, acocorado fora do mundo. O homem é o mundo do homem, o Estado, a sociedade. Este Estado e esta sociedade produzem a religião, uma consciência invertida do mundo, porque eles são um mundo invertido. A religião é a teoria geral deste mundo, o seu resumo enciclopédico, a sua lógica em forma popular, o seu point d'honneur espiritualista, o seu entusiasmo, a sua sanção moral, o seu complemento solene, a sua base geral de consolação e de justificação. É a realização fantástica da essência humana, porque a essência humana não possui verdadeira realidade. Por conseguinte, a luta contra a religião é, indiretamente, a luta contra aquele mundo cujo aroma espiritual é a religião.> A miséria religiosa constitui ao mesmo tempo a expressão da miséria real e o protesto contra a miséria real. A religião é o suspiro da criatura oprimida, o ânimo de um mundo sem coração e a alma de situações sem alma. A religião é o ópio do povo.> A abolição da religião enquanto felicidade ilusória dos homens é a exigência da sua felicidade real. O apelo para que abandonem as ilusões a respeito da sua condição é o apelo para abandonarem uma condição que precisa de ilusões. A crítica da religião é, pois, o germe da crítica do vale de lágrimas, do qual a religião é a auréola.> A crítica arrancou as flores imaginárias dos grilhões, não para que o homem os suporte sem fantasias ou consolo, mas para que lance fora os grilhões e a flor viva brote. A crítica da religião liberta o homem da ilusão, de modo que pense, atue e configure a sua realidade como homem que perdeu as ilusões e reconquistou a razão, a fim de que ele gire em torno de si mesmo e, assim, em volta do seu verdadeiro sol. A religião é apenas o sol ilusório que gira em volta do homem enquanto ele não circula em torno de si mesmo.— Marx em Crítica da Filosofia do Direito, de Hegel
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