Amei o senso de imensidão que o filme provoca, os grandes terrenos aridos, as montanhas, as nuves. Hawks utiliza muito bem natureza como esse motor narrativo, como a força que deve ser controlada pelos boiadeiros ao longo da viagem e que por fim provoca os conflitos internos entre os personagens. Se a força bruta é que deu origem a esse enorme poder, quando esta esrtapola sua violência entre seus pares acaba sendo substituida pela novidade, a nova forma de lidar com o coletivo, mas que teme o passado assim como o filho teme o pai enfurecido.
Amei o senso de imensidão que o filme provoca, os grandes terrenos aridos, as montanhas, as nuves. Hawks utiliza muito bem natureza como esse motor narrativo, como a força que deve ser controlada pelos boiadeiros ao longo da viagem e que por fim provoca os conflitos internos entre os personagens. Se a força bruta é que deu origem a esse enorme poder, quando esta esrtapola sua violência entre seus pares acaba sendo substituida pela novidade, a nova forma de lidar com o coletivo, mas que teme o passado assim como o filho teme o pai enfurecido.