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1961·Mystery·2h 21m
7.1
A young woman joins a theatrical troupe where she slowly believes that the director is involved with a secret group and that he is in grave danger.
Directed by Jacques Rivette
paris, france
paranoia
femme fatale
expatriate
theater troupe
bohemians
immigrant life
multiple suicide
cold war era

Cast

Betty Schneider
Betty Schneider
Anne Goupil
Giani Esposito
Giani Esposito
Gerard Lenz
Françoise Prévost
Françoise Prévost
Terry Yordan
François Maistre
François Maistre
Pierre Goupil
Noëlle Leiris
Noëlle Leiris
Malka Ribowska
Malka Ribowska
Tania Fedin
Louison Roblin
Louison Roblin
Ida
Paul Bisciglia
Paul Bisciglia
Paul
Jean-Pierre Delage
Jean-Pierre Delage
Monsieur Boileau
Jean Martin
Jean Martin
Henri Poirier
Henri Poirier
Jean-Val - L'assistant de Gérard
André Thorent
André Thorent
Bernard

Crew

Jacques Rivette
Jacques Rivette
Director
Jacques Rivette
Jacques Rivette
Writer
Jean Gruault
Jean Gruault
Writer
Philippe Arthuys
Philippe Arthuys
Original Music Composer
Claude Chabrol
Claude Chabrol
Co-Producer

Popular Reviews

33 reviews
Evridiki Charalampid
Evridiki Charalampid
Paris Belongs to Us
"Paris belongs to nobody."
"Paris belongs to nobody."
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Joao Luca
Joao Luca
Paris Belongs to Us
A impressão própria do diretor aperece quase que pela metade, apesar disso é um bom filme.
A impressão própria do diretor aperece quase que pela metade, apesar disso é um bom filme.
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Ahmed Almazrouei
Ahmed Almazrouei
Paris Belongs to Us
Oh Anne is nosy as fuck and tbh i would do everything she did + more
Oh Anne is nosy as fuck and tbh i would do everything she did + more
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Rsaigon
Rsaigon
Paris Belongs to Us
“A new García Lorca” wait a damn minute
“A new García Lorca” wait a damn minute
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Mih
Mih
Paris Belongs to Us
Meu primeiro Rivette.
Uma coisa que eu adoro em obras produzidas durante o pós segunda guerra, é o sentimento de paranoia gerado graças ao auge da guerra fria e a ascensão do modelo econômico capitalista. E é justamente nesse contexto que é moldado o embate mais interessante do filme, o conflito entre a arte autoral versus a imposição restritiva dos interesses empresariais diante dela.
No mais, é um retrato curioso do clima conspiracionista que rondava o mundo durante os anos 50 e 60.
Meu primeiro Rivette.
Uma coisa que eu adoro em obras produzidas durante o pós segunda guerra, é o sentimento de paranoia gerado graças ao auge da guerra fria e a ascensão do modelo econômico capitalista. E é justamente nesse contexto que é moldado o embate mais interessante do filme, o conflito entre a arte autoral versus a imposição restritiva dos interesses empresariais diante dela.
No mais, é um retrato curioso do clima conspiracionista que rondava o mundo durante os anos 50 e 60.
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