

1961·Mystery·2h 21m
7.1
★

A young woman joins a theatrical troupe where she slowly believes that the director is involved with a secret group and that he is in grave danger.
Directed by Jacques Rivette
paris, france
paranoia
femme fatale
expatriate
theater troupe
bohemians
immigrant life
multiple suicide
cold war era

Trailer

IMDB
N/A
Where to Watch



Cast

Betty Schneider
Anne Goupil

Giani Esposito
Gerard Lenz

Françoise Prévost
Terry Yordan

François Maistre
Pierre Goupil

Noëlle Leiris

Malka Ribowska
Tania Fedin

Louison Roblin
Ida

Paul Bisciglia
Paul

Jean-Pierre Delage
Monsieur Boileau

Jean Martin

Henri Poirier
Jean-Val - L'assistant de Gérard

André Thorent
Bernard
Crew

Jacques Rivette
Director

Jacques Rivette
Writer

Jean Gruault
Writer

Philippe Arthuys
Original Music Composer

Claude Chabrol
Co-Producer
Popular Reviews
33 reviews
Evridiki Charalampid
7.0★ · 02/09/26

"Paris belongs to nobody."
"Paris belongs to nobody."
Joao Luca
8.0★ · 01/22/26

A impressão própria do diretor aperece quase que pela metade, apesar disso é um bom filme.
A impressão própria do diretor aperece quase que pela metade, apesar disso é um bom filme.
Ahmed Almazrouei
7.0★ · 01/11/26

Oh Anne is nosy as fuck and tbh i would do everything she did + more
Oh Anne is nosy as fuck and tbh i would do everything she did + more
Rsaigon
7.0★ · 12/16/25

“A new García Lorca” wait a damn minute
“A new García Lorca” wait a damn minute
Mih
7.0★ · 12/16/25

Meu primeiro Rivette.
Uma coisa que eu adoro em obras produzidas durante o pós segunda guerra, é o sentimento de paranoia gerado graças ao auge da guerra fria e a ascensão do modelo econômico capitalista. E é justamente nesse contexto que é moldado o embate mais interessante do filme, o conflito entre a arte autoral versus a imposição restritiva dos interesses empresariais diante dela.
No mais, é um retrato curioso do clima conspiracionista que rondava o mundo durante os anos 50 e 60.
Uma coisa que eu adoro em obras produzidas durante o pós segunda guerra, é o sentimento de paranoia gerado graças ao auge da guerra fria e a ascensão do modelo econômico capitalista. E é justamente nesse contexto que é moldado o embate mais interessante do filme, o conflito entre a arte autoral versus a imposição restritiva dos interesses empresariais diante dela.
No mais, é um retrato curioso do clima conspiracionista que rondava o mundo durante os anos 50 e 60.
Meu primeiro Rivette.
Uma coisa que eu adoro em obras produzidas durante o pós segunda guerra, é o sentimento de paranoia gerado graças ao auge da guerra fria e a ascensão do modelo econômico capitalista. E é justamente nesse contexto que é moldado o embate mais interessante do filme, o conflito entre a arte autoral versus a imposição restritiva dos interesses empresariais diante dela.
No mais, é um retrato curioso do clima conspiracionista que rondava o mundo durante os anos 50 e 60.
Uma coisa que eu adoro em obras produzidas durante o pós segunda guerra, é o sentimento de paranoia gerado graças ao auge da guerra fria e a ascensão do modelo econômico capitalista. E é justamente nesse contexto que é moldado o embate mais interessante do filme, o conflito entre a arte autoral versus a imposição restritiva dos interesses empresariais diante dela.
No mais, é um retrato curioso do clima conspiracionista que rondava o mundo durante os anos 50 e 60.