isabelle já entrou pro hall de personagens coitadas que a juliette já interpretou. ave maria, a mulher parece ser um ímã para homens emocionalmente dementes e indisponíveis!
o "encontro" dela com aquele ator de araque me trouxe bons risos, o espanto dela a cada palavra que saia da boca dele homem, mascarado de atenção já era óbvio que aquilo não daria certo. o homem usando ela como terapeuta, despejando todos os traumas e problemas durante duas taças de cerveja, mas não obstante, isabelle segue adiante com ele.
no decorrer do filme, todos os homens ao redor dela entram em consenso numa coisa: isabelle é inesquecível. espetacular. única. atraente em todos os sentidos. porém, ela continua no amargor da solidão.
gosto da forma como a claire aborda em seus filmes o aspecto romântico no cenário francês, me fascina como parece ser um trato necessário para suas personagens; me faz revirar os olhos, por vezes, pois é de uma franqueza quase infantil. mas talvez seja o meu próprio amargor falando mais alto.
claire denis + juliette binoche =
primorSe eu fosse você, eu não me torturaria. Ocupe-se do essencial: você mesma. Isso! Eu, meu trabalho, me ocupo com minhas coisas. Deixo as coisas acontecerem. Não me ocupo com o resto. Deixo a luz do sol entrar.🙷