

2018·Thriller·1h 38m
7.0
★


A restaurant owner going over the edge when an armed robbery is attempted at his establishment. He holds everyone captive at gunpoint – criminals and customers alike – and situations corrode into a nightmare state, guided by manipulation and raw compulsion.
Directed by Gabriela Amaral Almeida
affectation
grave
hard
angry
aggressive
frantic
philosophical
anxious
clinical
absurd
critical
hilarious
intense
admiring
adoring
ambiguous
ambivalent
amused
approving
arrogant
assertive
audacious
authoritarian
awestruck
baffled
callous
celebratory
complicated
defiant
harsh

IMDB
N/A
Where to Watch



Cast

Murilo Benício
Inácio

Luciana Paes
Sara

Irandhir Santos
Djair

Camila Morgado
Veronica

Jiddú Pinheiro
Bruno

Ernani Moraes
Amadeu

Humberto Carrão
Magno

Ariclenes Barroso
Nuno

Eduardo Gomes
Jura

Diego Avelino
Lúcio
Crew

Gabriela Amaral Almeida
Director

Gabriela Amaral Almeida
Screenplay

Idê Lacreta
Editor

Rodrigo Teixeira
Producer

Daniel Pech
Executive Producer

Bárbara Álvarez
Cinematography
Popular Reviews
43 reviews
Isa
8.0★ · 05/09/26

que bizarro KKKKKKKKK se fosse estadunidense tenho CERTEZA que ia viralizar (the menu mas melhor cof cof)
atuações 10/10
e a cena de sexo SOCORRO ☠️
atuações 10/10
e a cena de sexo SOCORRO ☠️
que bizarro KKKKKKKKK se fosse estadunidense tenho CERTEZA que ia viralizar (the menu mas melhor cof cof)
atuações 10/10
e a cena de sexo SOCORRO ☠️
atuações 10/10
e a cena de sexo SOCORRO ☠️
nosferatu
6.0★ · 01/06/26

a ideia é boa, mas os personagens são tão chatos que conseguiram me deixar entediada até com sexo, sangue e desmembramento rolando...
a ideia é boa, mas os personagens são tão chatos que conseguiram me deixar entediada até com sexo, sangue e desmembramento rolando...
Gabriel Araújo
6.0★ · 08/31/25

botei muita expectativa mas desenhei uns hibiscos babado enquanto assistia
botei muita expectativa mas desenhei uns hibiscos babado enquanto assistia
lala
7.0★ · 05/31/25

o filho entre "estômago" e "psicopata americano".
esse filme disseca ambas as palavras presentes em seu título, é auto-antropofágico: alimenta-se de si mesmo.
murilio benicio como hannibal lecter tupiniquim foi uma escolha certeira, ao mesmo tempo que inesperada. eu, como a maior avenider brasiler do meu bairro, digo que nunca que eu conseguiria ver jorge tufão ferindo diversos artigos do código civil. esse homem ressoa a psicopatia e pura loucura de inácio. o conceito de "homem cordial" de sérgio buarque de holanda encaixa-se perfeitamente na construção do personagem de inácio, que representa o acalento brasileiro, sendo esse completamente superficial, como visto no personagem. inácio se apresenta como um homem gentil, querido, mas logo se mostra como uma besta, como um monstro, animalesco.
no entanto, não é só inácio que é animal, todos são. o filme vem com tendências naturalistas de reduzir o ser humano aos seus instintos animais, a personagem da — maravilhosa, diga-se de passagem — luciana paes, "sara" até mesmo rosna, mostrando o quão enlouquecida ela está.
as atuações são o ponto alto do filme, a fotografia é também sensacional, só não fui muito fã do quão "arrastado" ele pode parecer/ser depois de um tempo, não é um filme linear, ele percebe que está perdendo sua atenção e lhe coloca em uma cena para lhe cativar novamente.
cru. visceral.
esse filme disseca ambas as palavras presentes em seu título, é auto-antropofágico: alimenta-se de si mesmo.
murilio benicio como hannibal lecter tupiniquim foi uma escolha certeira, ao mesmo tempo que inesperada. eu, como a maior avenider brasiler do meu bairro, digo que nunca que eu conseguiria ver jorge tufão ferindo diversos artigos do código civil. esse homem ressoa a psicopatia e pura loucura de inácio. o conceito de "homem cordial" de sérgio buarque de holanda encaixa-se perfeitamente na construção do personagem de inácio, que representa o acalento brasileiro, sendo esse completamente superficial, como visto no personagem. inácio se apresenta como um homem gentil, querido, mas logo se mostra como uma besta, como um monstro, animalesco.
no entanto, não é só inácio que é animal, todos são. o filme vem com tendências naturalistas de reduzir o ser humano aos seus instintos animais, a personagem da — maravilhosa, diga-se de passagem — luciana paes, "sara" até mesmo rosna, mostrando o quão enlouquecida ela está.
as atuações são o ponto alto do filme, a fotografia é também sensacional, só não fui muito fã do quão "arrastado" ele pode parecer/ser depois de um tempo, não é um filme linear, ele percebe que está perdendo sua atenção e lhe coloca em uma cena para lhe cativar novamente.
cru. visceral.
o filho entre "estômago" e "psicopata americano".
esse filme disseca ambas as palavras presentes em seu título, é auto-antropofágico: alimenta-se de si mesmo.
murilio benicio como hannibal lecter tupiniquim foi uma escolha certeira, ao mesmo tempo que inesperada. eu, como a maior avenider brasiler do meu bairro, digo que nunca que eu conseguiria ver jorge tufão ferindo diversos artigos do código civil. esse homem ressoa a psicopatia e pura loucura de inácio. o conceito de "homem cordial" de sérgio buarque de holanda encaixa-se perfeitamente na construção do personagem de inácio, que representa o acalento brasileiro, sendo esse completamente superficial, como visto no personagem. inácio se apresenta como um homem gentil, querido, mas logo se mostra como uma besta, como um monstro, animalesco.
no entanto, não é só inácio que é animal, todos são. o filme vem com tendências naturalistas de reduzir o ser humano aos seus instintos animais, a personagem da — maravilhosa, diga-se de passagem — luciana paes, "sara" até mesmo rosna, mostrando o quão enlouquecida ela está.
as atuações são o ponto alto do filme, a fotografia é também sensacional, só não fui muito fã do quão "arrastado" ele pode parecer/ser depois de um tempo, não é um filme linear, ele percebe que está perdendo sua atenção e lhe coloca em uma cena para lhe cativar novamente.
cru. visceral.
esse filme disseca ambas as palavras presentes em seu título, é auto-antropofágico: alimenta-se de si mesmo.
murilio benicio como hannibal lecter tupiniquim foi uma escolha certeira, ao mesmo tempo que inesperada. eu, como a maior avenider brasiler do meu bairro, digo que nunca que eu conseguiria ver jorge tufão ferindo diversos artigos do código civil. esse homem ressoa a psicopatia e pura loucura de inácio. o conceito de "homem cordial" de sérgio buarque de holanda encaixa-se perfeitamente na construção do personagem de inácio, que representa o acalento brasileiro, sendo esse completamente superficial, como visto no personagem. inácio se apresenta como um homem gentil, querido, mas logo se mostra como uma besta, como um monstro, animalesco.
no entanto, não é só inácio que é animal, todos são. o filme vem com tendências naturalistas de reduzir o ser humano aos seus instintos animais, a personagem da — maravilhosa, diga-se de passagem — luciana paes, "sara" até mesmo rosna, mostrando o quão enlouquecida ela está.
as atuações são o ponto alto do filme, a fotografia é também sensacional, só não fui muito fã do quão "arrastado" ele pode parecer/ser depois de um tempo, não é um filme linear, ele percebe que está perdendo sua atenção e lhe coloca em uma cena para lhe cativar novamente.
cru. visceral.
Laura
6.0★ · 02/27/25

viado o cara coringou
viado o cara coringou