Essa obra se inspira muito nos filmes de drama policial, por mais que, definitivamente não falamos de policiais com bons olhos no filme.
Tenho que parabenizar sua fotografia, que inova ao escolher filmar em preto e branco. Não faço a mínima ideia se tiraram as cores na pós produção, ou utilizaram uma câmera específica, porém, foi a melhor escolha criativa que tivemos em um filme do Walter Salles. Esta aura sem vida, sem cor, mostra que é uma obra sem esperança, melodramática, onde começa com mortes, tragédias que seguem acontecendo até o final, que perpetuam como a vida não tem escapatória, mesmo se você tentar bastante. No fim, tudo é em vão, tudo é passageiro, e o final (contém leves spoilers, mas não colocarei na crítica pois é sútil) diz que as coisas que mais damos importância, não são nada pras outras pessoas, que cada um tem seus próprios desafios e nada importa de verdade.
Essa obra se inspira muito nos filmes de drama policial, por mais que, definitivamente não falamos de policiais com bons olhos no filme.
Tenho que parabenizar sua fotografia, que inova ao escolher filmar em preto e branco. Não faço a mínima ideia se tiraram as cores na pós produção, ou utilizaram uma câmera específica, porém, foi a melhor escolha criativa que tivemos em um filme do Walter Salles. Esta aura sem vida, sem cor, mostra que é uma obra sem esperança, melodramática, onde começa com mortes, tragédias que seguem acontecendo até o final, que perpetuam como a vida não tem escapatória, mesmo se você tentar bastante. No fim, tudo é em vão, tudo é passageiro, e o final (contém leves spoilers, mas não colocarei na crítica pois é sútil) diz que as coisas que mais damos importância, não são nada pras outras pessoas, que cada um tem seus próprios desafios e nada importa de verdade.