

1941·Drama·1h 31m
7.1
★



A married tugboat captain falls for a woman he rescues from a sinking ship.
Directed by Jean Grémillon
storm at sea

IMDB
N/A
Where to Watch



Cast

Jean Gabin
Le capitaine André Laurent

Madeleine Renaud
Yvonne Laurent

Michèle Morgan
Catherine

Fernand Ledoux
Le Bosco

Nane Germon
Renée Tanguy

Jean Marchat
Marc, le capitaine du « Mirva »

Jean Dasté
Le radio

Charles Blavette
Gabriel Tanguy

René Bergeron
Georges

Henri Poupon
Le docteur Maulette

Anne Laurens
Marie Poubennec

Marcel Pérès
Le Meur
Crew

Jean Grémillon
Director

Armand Thirard
Director of Photography

Acho Chakatouny
Makeup Artist

Roger Desormière
Conductor

Alexandre Trauner
Production Design

Louis Wipf
Unit Production Manager

Louis Daquin
Assistant Director

André Cayatte
Adaptation
Popular Reviews
12 reviews
Alex Teichman
7.0★ · 11/07/25

The miniature work done for the boat and the storm is so cool. Kind of remarkable just how much Jean Gabin looks like Kenneth Branagh in certain lights, or I guess vice versa.
The miniature work done for the boat and the storm is so cool. Kind of remarkable just how much Jean Gabin looks like Kenneth Branagh in certain lights, or I guess vice versa.
Rafael Argemon
7.0★ · 01/07/24

Filmado com a Segunda Guerra Mundial já pegando fogo, o melodrama náutico de Jean Grémillon pode não estar à altura de alguns clássicos absolutos do realismo poético francês, como O Atalante, A Grande Ilusão ou O Demônio da Argélia, mas conta com o quase onipresente Jean Gabin como protagonista e um roteiro sólido de Jacques Prevert, que pouco depois escreveria o fantástico O Boulevard do Crime. Sofreu muito com as intempéries da guerra, mas assim é a vida do marinheiro, não é?
Filmado com a Segunda Guerra Mundial já pegando fogo, o melodrama náutico de Jean Grémillon pode não estar à altura de alguns clássicos absolutos do realismo poético francês, como O Atalante, A Grande Ilusão ou O Demônio da Argélia, mas conta com o quase onipresente Jean Gabin como protagonista e um roteiro sólido de Jacques Prevert, que pouco depois escreveria o fantástico O Boulevard do Crime. Sofreu muito com as intempéries da guerra, mas assim é a vida do marinheiro, não é?
lik
7.2★ · 12/11/22

ah classic french fatalism, fuck these pessimistic bastards
ah classic french fatalism, fuck these pessimistic bastards
Enrico
10.0★ · 08/27/21

Vinha de um mundo
Sonoro, nítido e denso.
E agora o mar o guarda no seu fundo
Silencioso e suspenso.
É um esqueleto branco o capitão,
Branco como as areias,
Tem duas conchas na mão
Tem algas em vez de veias
E uma medusa em vez de coração.
Em seu redor as grutas de mil cores
Tomam formas incertas quase ausentes
E a cor das águas toma a cor das flores
E os animais são mudos, transparentes.
E os corpos espalhados nas areias
Tremem à passagem das sereias,
As sereias leves dos cabelos roxos
Que têm olhos vagos e ausentes
E verdes como os olhos de videntes.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Sonoro, nítido e denso.
E agora o mar o guarda no seu fundo
Silencioso e suspenso.
É um esqueleto branco o capitão,
Branco como as areias,
Tem duas conchas na mão
Tem algas em vez de veias
E uma medusa em vez de coração.
Em seu redor as grutas de mil cores
Tomam formas incertas quase ausentes
E a cor das águas toma a cor das flores
E os animais são mudos, transparentes.
E os corpos espalhados nas areias
Tremem à passagem das sereias,
As sereias leves dos cabelos roxos
Que têm olhos vagos e ausentes
E verdes como os olhos de videntes.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Vinha de um mundo
Sonoro, nítido e denso.
E agora o mar o guarda no seu fundo
Silencioso e suspenso.
É um esqueleto branco o capitão,
Branco como as areias,
Tem duas conchas na mão
Tem algas em vez de veias
E uma medusa em vez de coração.
Em seu redor as grutas de mil cores
Tomam formas incertas quase ausentes
E a cor das águas toma a cor das flores
E os animais são mudos, transparentes.
E os corpos espalhados nas areias
Tremem à passagem das sereias,
As sereias leves dos cabelos roxos
Que têm olhos vagos e ausentes
E verdes como os olhos de videntes.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Sonoro, nítido e denso.
E agora o mar o guarda no seu fundo
Silencioso e suspenso.
É um esqueleto branco o capitão,
Branco como as areias,
Tem duas conchas na mão
Tem algas em vez de veias
E uma medusa em vez de coração.
Em seu redor as grutas de mil cores
Tomam formas incertas quase ausentes
E a cor das águas toma a cor das flores
E os animais são mudos, transparentes.
E os corpos espalhados nas areias
Tremem à passagem das sereias,
As sereias leves dos cabelos roxos
Que têm olhos vagos e ausentes
E verdes como os olhos de videntes.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Alidea
4.0★ · 04/09/26
