faz um tempo que eu me interessei pelo cinema burkines, isso foi quando li sobre o financiamento e a importância que thomas sankara deu às produções culturais do país: durante toda a sua liderança investiu na FEPACI, abrigou e financiou a INAFEC (instituto de educação cinematográfica de ouagadougou) e promoveu um discurso que reforça a importância da arte e da cultura, não só como lazer, mas como artifício de emancipação humana; sankara tornou burkina um dos países que mais produz longas metragens e com um dos melhores cinema (se não o melhor) da áfrica subsaariana.
yaaba é o primeiro filme burkines que assisti, e com ele eu pude entender um pouco a fama positiva do cinema do país, é um filme honesto, compassivo, atencioso, um filme que se aprecia, mas o mais importante, ele não se esforça pra isso, toda a sinceridade aqui vem de uma forma tão sútil e dinâmica que parece natural, é um cinema humanizado.
levando em consideração o contexto histórico da cena do audiovisual burkines, não poderia se esperar diferente, mas ainda sim é sempre muito gostoso e interessante observar com os próprios olhos como as produções culturais da maior parte dos países que tiveram líderes revolucionários são mais francas, positivamente autoconscientes e se relacionam de forma mais humana com o espectador.
faz um tempo que eu me interessei pelo cinema burkines, isso foi quando li sobre o financiamento e a importância que thomas sankara deu às produções culturais do país: durante toda a sua liderança investiu na FEPACI, abrigou e financiou a INAFEC (instituto de educação cinematográfica de ouagadougou) e promoveu um discurso que reforça a importância da arte e da cultura, não só como lazer, mas como artifício de emancipação humana; sankara tornou burkina um dos países que mais produz longas metragens e com um dos melhores cinema (se não o melhor) da áfrica subsaariana.
yaaba é o primeiro filme burkines que assisti, e com ele eu pude entender um pouco a fama positiva do cinema do país, é um filme honesto, compassivo, atencioso, um filme que se aprecia, mas o mais importante, ele não se esforça pra isso, toda a sinceridade aqui vem de uma forma tão sútil e dinâmica que parece natural, é um cinema humanizado.
levando em consideração o contexto histórico da cena do audiovisual burkines, não poderia se esperar diferente, mas ainda sim é sempre muito gostoso e interessante observar com os próprios olhos como as produções culturais da maior parte dos países que tiveram líderes revolucionários são mais francas, positivamente autoconscientes e se relacionam de forma mais humana com o espectador.