neste quase experimental, Yukio Mishima faz uma adaptação de uma de suas obras que mais refletem a si próprio, sobre a moralidade do suicídio, onde o tenente Takeyama é um grande self insert de Mishima, que prefere morrer junto de quem ama do que matar aqueles que ama. Mishima filma a morte como algo apenas doloroso mas não mórbida, como se ela fosse mais bela do que a própria vida.
uma pena que o Mishima não focou muito na carreira do cinema, bem que poderia ter sido um grande cineasta como o Ozu ou o Mizoguchi. sua filosofia é genial.
8,5/10
neste quase experimental, Yukio Mishima faz uma adaptação de uma de suas obras que mais refletem a si próprio, sobre a moralidade do suicídio, onde o tenente Takeyama é um grande self insert de Mishima, que prefere morrer junto de quem ama do que matar aqueles que ama. Mishima filma a morte como algo apenas doloroso mas não mórbida, como se ela fosse mais bela do que a própria vida.
uma pena que o Mishima não focou muito na carreira do cinema, bem que poderia ter sido um grande cineasta como o Ozu ou o Mizoguchi. sua filosofia é genial.
8,5/10