um puta conceito interessante. eu nunca visto tinha nada parecido antes, pelo menos a ideia geral da coisa.
taipei suicide story cria uma atmosfera mórbida e te coloca num contexto onde o que é inerente ao ser humano, a empatia, não pode ter espaço, já que os que se abriram a sentir algo sofrem as consequências disso. esse lugar imaginário me faz linkar com algo muito comum na nossa sociedade hoje em dia; não canso de ouvir pessoas falando que "quem se matou na linha do trem deveria ter mais consciência de que tem pessoas querendo ir trabalhar" e esse deve ser um dos discursos mais cruéis causados pelo capitalismo. nós simplesmente esquecemos de que quem estava ali era um ser humano e nos reduzimos a máquinas sem sentimento algum, a empatia que nos foi usurpada nem sequer deixa a gente pensar o quão triste é, de fato, uma outra vida sendo perdida.
no mais, tudo que podemos fazer sobre isso é sermos ativamente pessoas pensantes, que, embora tenham que trabalhar todos os dias em uma escala desumana, ainda reconheça o que é não ter esperança o suficiente na vida ao ponto de chegar ao recurso do suicídio.
um puta conceito interessante. eu nunca visto tinha nada parecido antes, pelo menos a ideia geral da coisa.
taipei suicide story cria uma atmosfera mórbida e te coloca num contexto onde o que é inerente ao ser humano, a empatia, não pode ter espaço, já que os que se abriram a sentir algo sofrem as consequências disso. esse lugar imaginário me faz linkar com algo muito comum na nossa sociedade hoje em dia; não canso de ouvir pessoas falando que "quem se matou na linha do trem deveria ter mais consciência de que tem pessoas querendo ir trabalhar" e esse deve ser um dos discursos mais cruéis causados pelo capitalismo. nós simplesmente esquecemos de que quem estava ali era um ser humano e nos reduzimos a máquinas sem sentimento algum, a empatia que nos foi usurpada nem sequer deixa a gente pensar o quão triste é, de fato, uma outra vida sendo perdida.
no mais, tudo que podemos fazer sobre isso é sermos ativamente pessoas pensantes, que, embora tenham que trabalhar todos os dias em uma escala desumana, ainda reconheça o que é não ter esperança o suficiente na vida ao ponto de chegar ao recurso do suicídio.