Durval Discos backdrop

Durval Discos

2002·Drama·1h 33m
7.1
Durval and his mother Carmita live at the back of a record store they own in São Paulo specializing in vinyl records. They lead a boring and unattractive life, until the day Durval hires a maid, Celia, to help his mother with the housekeeping. However, on her second day, Celia goes away leaving a 5-year-old child behind, Kiki, and a note promising to be back in a couple of days. Durval and Celia are charmed by the child at first, but soon they see some sad news about Celia and Kiki on TV that change the whole situation.
Directed by Anna Muylaert
woman director
ambivalent
amused
audacious
cliché
wry

Cast

Ary França
Ary França
Durval
Etty Fraser
Etty Fraser
Carmita
Marisa Orth
Marisa Orth
Elisabeth
Letícia Sabatella
Letícia Sabatella
Célia
Tania Bondezan
Tania Bondezan
Loli
Rita Lee
Rita Lee
Tia Julieta
André Abujamra
André Abujamra
Fat Marley
Theo Werneck
Theo Werneck
DJ Théo
Marcelo Mansfield
Marcelo Mansfield
Vendedor
Cláudia Juliana
Cláudia Juliana
Candidata a Empregada
Wilson Sampson
Wilson Sampson
Delegado
Regina Remencius
Regina Remencius
Célia Botelho

Crew

Anna Muylaert
Anna Muylaert
Director
Anna Muylaert
Anna Muylaert
Writer
André Abujamra
André Abujamra
Original Music Composer
Vânia Debs
Vânia Debs
Editor
Jacob Solitrenick
Jacob Solitrenick
Director of Photography
José Luiz Sasso
José Luiz Sasso
Sound Mixer

Popular Reviews

33 reviews
strawberry milkshake
strawberry milkshake
Durval Discos
Você vai tomar um cafézinho!PÉROLA NEGRA, TE AMO, TE AMO
Você vai tomar um cafézinho!PÉROLA NEGRA, TE AMO, TE AMO
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Cozmo
Cozmo
Durval Discos
Out of all the murderers to idolise, the mother might be the one true sigma male.
Out of all the murderers to idolise, the mother might be the one true sigma male.
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Bk
Bk
Durval Discos
(minha nota aq ficou entre 3,5/4)
RITA LEE MENCIONADA OMGG
essa veia tem a voz do massa cinzenta do ben 10 e esse durval é um PUSSY. VC NAO TEM AURA CARA, DESISTE DURVAL

a primeira coisa que você sente é que o filme é simples, talvez simples demais. ele tem aquele ritmo de tarde de domingo onde parece que nada acontece. sendo bem sincera, acho q podia ter uns 20 minutos a menos e a gente não perderia nenhuma informação muito relevante

talvez eu tenha interpretado mais do que o filme realmente significa. mas, na minha visão, isso aqui é inteiramente sobre a incapacidade de desapegar do que se ama, e como isso influencia no jeito que agimos. a gente vê isso espelhado de duas formas: no durval e na carmita/veia chata

pra mim o durval representa muito do que a gente sente hoje também. tá todo mundo querendo voltar pra essa era do analógico e meio que rejeitando o progresso pq a nostalgia é confortável, lembra um tempo bom e a tecnologia é muito rápida e sufocante. ele tem essa dificuldade de crescer e aceitar essa mudança na forma com que as pessoas consomem a música, e eu acho que esse negacionismo dele nem é por ódio ou por ser um cara ruim, é só pq aquele tempo parece mais seguro. mudar não é fácil pra ninguém, mas ele se perdeu nesse conforto e prefere continuar numa loja falida que quase ninguém frequenta 

já a interpretação que eu tiro da carmita é mais triste. por mais que ela seja insuportável, a solidão dela é palpável. pra mim ela é uma mulher com um vazio gigante a ser preenchido pq o filho, apesar de estar ali fisicamente, é um encostado que já não dá mais atenção, não conversa e não supre essa necessidade dela de "cuidar". o desapego dela é o mais perigoso pq não é de um objeto, é de uma função. ela precisa ser útil, precisa cuidar de algo pra sentir que ainda existe (e assim, eu n sou velha, mas acho q os velhos sentem isso tb OMGGGG DAVA PRA TER CITADO ESSE FILME NO ENEM HEIN)
quando a kiki entra na casa, a carmita não vê uma criança, ela vê um porto seguro emocional. o "encher a casa" que ela fala é sobre preencher o silêncio daquela convivência com o durval. a carência dela é tão doentia que rompe a moralidade, e essa mistura de possível alzheimer com uma psicose de abandono transforma o afeto dela em algo predatorio 

o que o filme tem de mais foda é como ele usa o cenário pra mostrar a mente dos personagens. a casa vai fechando, ficando escura... é um contraste visual muito bom e esse filme é o suco da brasilidade
mt foda a placa de "nao fume" e a mina indo fumar la o filme todinho KKKKKK

quero portas rosa na minha casa, mas sem os corpos escondidos no quintal, pfv

esse filme quebrou totalmente minhas expectativas, do meio pro final toma um rumo totalmente diferente
tem algumas coisas q eu n gostei mas to com preguiça de escrever agoraa blablabla
(minha nota aq ficou entre 3,5/4)
RITA LEE MENCIONADA OMGG
essa veia tem a voz do massa cinzenta do ben 10 e esse durval é um PUSSY. VC NAO TEM AURA CARA, DESISTE DURVAL

a primeira coisa que você sente é que o filme é simples, talvez simples demais. ele tem aquele ritmo de tarde de domingo onde parece que nada acontece. sendo bem sincera, acho q podia ter uns 20 minutos a menos e a gente não perderia nenhuma informação muito relevante

talvez eu tenha interpretado mais do que o filme realmente significa. mas, na minha visão, isso aqui é inteiramente sobre a incapacidade de desapegar do que se ama, e como isso influencia no jeito que agimos. a gente vê isso espelhado de duas formas: no durval e na carmita/veia chata

pra mim o durval representa muito do que a gente sente hoje também. tá todo mundo querendo voltar pra essa era do analógico e meio que rejeitando o progresso pq a nostalgia é confortável, lembra um tempo bom e a tecnologia é muito rápida e sufocante. ele tem essa dificuldade de crescer e aceitar essa mudança na forma com que as pessoas consomem a música, e eu acho que esse negacionismo dele nem é por ódio ou por ser um cara ruim, é só pq aquele tempo parece mais seguro. mudar não é fácil pra ninguém, mas ele se perdeu nesse conforto e prefere continuar numa loja falida que quase ninguém frequenta 

já a interpretação que eu tiro da carmita é mais triste. por mais que ela seja insuportável, a solidão dela é palpável. pra mim ela é uma mulher com um vazio gigante a ser preenchido pq o filho, apesar de estar ali fisicamente, é um encostado que já não dá mais atenção, não conversa e não supre essa necessidade dela de "cuidar". o desapego dela é o mais perigoso pq não é de um objeto, é de uma função. ela precisa ser útil, precisa cuidar de algo pra sentir que ainda existe (e assim, eu n sou velha, mas acho q os velhos sentem isso tb OMGGGG DAVA PRA TER CITADO ESSE FILME NO ENEM HEIN)
quando a kiki entra na casa, a carmita não vê uma criança, ela vê um porto seguro emocional. o "encher a casa" que ela fala é sobre preencher o silêncio daquela convivência com o durval. a carência dela é tão doentia que rompe a moralidade, e essa mistura de possível alzheimer com uma psicose de abandono transforma o afeto dela em algo predatorio 

o que o filme tem de mais foda é como ele usa o cenário pra mostrar a mente dos personagens. a casa vai fechando, ficando escura... é um contraste visual muito bom e esse filme é o suco da brasilidade
mt foda a placa de "nao fume" e a mina indo fumar la o filme todinho KKKKKK

quero portas rosa na minha casa, mas sem os corpos escondidos no quintal, pfv

esse filme quebrou totalmente minhas expectativas, do meio pro final toma um rumo totalmente diferente
tem algumas coisas q eu n gostei mas to com preguiça de escrever agoraa blablabla
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clara
clara
Durval Discos
velha psicopata
velha psicopata
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Verena
Verena
Durval Discos
Esse filme me estressa, namoral.
Esse filme me estressa, namoral.
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Durval Discos (2002) | Flick