Acho que é isso que falta hoje em dia quando representam essa gentalha do Brasil acima de tudo. Esse olhar sujo e encantador que Reichenbach encontra na periferia industrual, que leva uma leveza e um sarcasmo na representação do ABC paulista. Se por um lado temos as operarias que se arriscam a sonhar e que lutam com tudo que tem pela emancipação, mesmo essa não sendo mostrada (até porque ela não aconteceu). Do outro temos os ativistas os "intelectuais" e os fascistinhas, que "por acaso" só são aniquilados quando alguem bate de volta. Não pense que Hitler morreu em 1945, ele recussitou em 1991. Tire o significado divino da palavra recussitar, tem muita coisa ruim que vai e volta.
Acho que é isso que falta hoje em dia quando representam essa gentalha do Brasil acima de tudo. Esse olhar sujo e encantador que Reichenbach encontra na periferia industrual, que leva uma leveza e um sarcasmo na representação do ABC paulista. Se por um lado temos as operarias que se arriscam a sonhar e que lutam com tudo que tem pela emancipação, mesmo essa não sendo mostrada (até porque ela não aconteceu). Do outro temos os ativistas os "intelectuais" e os fascistinhas, que "por acaso" só são aniquilados quando alguem bate de volta. Não pense que Hitler morreu em 1945, ele recussitou em 1991. Tire o significado divino da palavra recussitar, tem muita coisa ruim que vai e volta.