meu deus, eu tô perdida
Um filme que usa o psicodelismo de forma magnífica, reflete a passagem bíblica alternativamente e consegue trazer ideias muito reflexivas sobre o limite da liberdade a partir do fim da inocência.
Simbolismos fortes, como flores, cenários muito abertos, mas com diversos elementos que servem pra explicar a passagem de fase espiritual dos personagens. O uso do vermelho talvez tenha como significado a maturidade, pois aparece predominantemente, enquanto os personagens que ainda tem sua "liberdade" são mostrados em roupas nude e na praia, igualmente vemos que ls homens também costumam usar tons neutros, como um truque para te fazer confuso se eles são bons seres ou não. O que pode ser bem controverso, já que o tom vibrante citado antes aparece muito nos campos, mas também surge na água, provavelmente sendo uma metáfora para dizer que a inocência nunca vai embora, mas tem um preço a se pagar por esquecê-la. E é exatamente isso que o filme quis trazer ao colocar no prólogo a representação de Adão e Eva, o melhor exemplo da perda da inocência, conhecido até por um fio de palha.
meu deus, eu tô perdida
Um filme que usa o psicodelismo de forma magnífica, reflete a passagem bíblica alternativamente e consegue trazer ideias muito reflexivas sobre o limite da liberdade a partir do fim da inocência.
Simbolismos fortes, como flores, cenários muito abertos, mas com diversos elementos que servem pra explicar a passagem de fase espiritual dos personagens. O uso do vermelho talvez tenha como significado a maturidade, pois aparece predominantemente, enquanto os personagens que ainda tem sua "liberdade" são mostrados em roupas nude e na praia, igualmente vemos que ls homens também costumam usar tons neutros, como um truque para te fazer confuso se eles são bons seres ou não. O que pode ser bem controverso, já que o tom vibrante citado antes aparece muito nos campos, mas também surge na água, provavelmente sendo uma metáfora para dizer que a inocência nunca vai embora, mas tem um preço a se pagar por esquecê-la. E é exatamente isso que o filme quis trazer ao colocar no prólogo a representação de Adão e Eva, o melhor exemplo da perda da inocência, conhecido até por um fio de palha.