Já lá vão 83 anos desde a estreia de Aniki-Bóbó e nunca mais tivemos um filme português que fosse tão bom como a primeira longa-metragem de Manoel de Oliveira. É impressionante como o realizador português mostrou logo na sua estreia ter total comando sobre a Sétima Arte.
A ingenuidade de um primeiro amor. O desafio à autoridade. A pertença a uma comunidade. A possível morte de alguém conhecido. São temas mais ou menos pesados que contrastam com a jovialidade das crianças, brilhantemente interpretadas por… crianças que nem chegaram a seguir a carreira de ator/atriz.
Este filme é também um documento da sociedade portuguesa e da cidade do Porto, coincidentemente em plena Segunda Grande Guerra. A maneira como Manoel de Oliveira capta a essência da cidade Invicta, com um uso de Preto e Branco magistral, vale por si só o “bilhete”.
Já lá vão 83 anos desde a estreia de Aniki-Bóbó e nunca mais tivemos um filme português que fosse tão bom como a primeira longa-metragem de Manoel de Oliveira. É impressionante como o realizador português mostrou logo na sua estreia ter total comando sobre a Sétima Arte.
A ingenuidade de um primeiro amor. O desafio à autoridade. A pertença a uma comunidade. A possível morte de alguém conhecido. São temas mais ou menos pesados que contrastam com a jovialidade das crianças, brilhantemente interpretadas por… crianças que nem chegaram a seguir a carreira de ator/atriz.
Este filme é também um documento da sociedade portuguesa e da cidade do Porto, coincidentemente em plena Segunda Grande Guerra. A maneira como Manoel de Oliveira capta a essência da cidade Invicta, com um uso de Preto e Branco magistral, vale por si só o “bilhete”.