não consigo nem citar o tanto de referência que tem de Belle de Jour,
mas Neville D’Almeida troca o surrealismo francês e uma Sandrine de Catherine Deneuve de Bunuel pela pornochanchada brasileira e uma Solange de Sonia Braga, e assim o torna tão interessante.
o pacing é meio esquisito e as vezes a edição atrapalha um pouco, mas a metade final é o principal conteúdo do filme, especialmente os últimos minutos com a conversa de Solange e sua revelação final.
não consigo nem citar o tanto de referência que tem de Belle de Jour,
mas Neville D’Almeida troca o surrealismo francês e uma Sandrine de Catherine Deneuve de Bunuel pela pornochanchada brasileira e uma Solange de Sonia Braga, e assim o torna tão interessante.
o pacing é meio esquisito e as vezes a edição atrapalha um pouco, mas a metade final é o principal conteúdo do filme, especialmente os últimos minutos com a conversa de Solange e sua revelação final.